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Passeio no Zoo

05.05.14

O frio foi embora e saímos da "toca" para espreitar os bichos.

O Manel estreou-se no Zoológico e o Francisco mesmo antes de chegar já listava os animais que mais ansiava ver.

Confesso que adoro animais e se na Lua de Mel tive a sorte de fazer um safari na África do Sul, ir ao Zoológico nunca será um passeio sem graça.

Gosto de pegar no mapa e orientar os percursos para não perdermos pitada. Assim que entramos sentimos uma animação geral dos miúdos que conseguem ser mais histéricos do que a maioria dos animais (estes dormem pachorrentos, habituados ao frenesim da pequenada em redor).

 

O elefante já não toca o sino. Os leões sempre foram uns preguiçosos e nunca os consigo ver de pé.

Agora os macacos divertem mais ainda que os golfinhos.

Se na praia as bolas de berlim parecem saber melhor, ninguém resiste a um (ou mais) gelado(s) no Jardim Zoológico.

Só fico com pena de não conseguirmos interagir mais com a bicharada. Gostava de lhes dar festinhas, comida, estar ainda mais perto.

 

Eu não sabia, mas acabei de descobrir que o Zoo organiza actividades para grupos pequenos de adultos e crianças: Sábados Selvagens. Nesse âmbito é possível visitar alguns bastidores, descobrir os processos diários de tratamento e alimentação dos animais. Os preços não são nada simpáticos, mas enfim, será uma experiência única que fico aqui a ponderar. Mais informações aqui.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O "meu" Algarve

19.04.14
Adoro de paixão o Algarve. Desde pequena quando a praia dos Salgados, Galé e São Rafael eram minhas e não in. Assim que passo a portagem abro a janela e digo sempre em voz alta que cheira a Algarve e esse perfume é do campo das alfarrobas, das figueiras, amendoeiras, laranjeiras e dos arbustos cujo aroma é parecido ao caril. Conheço bem o Algarve, do barlavento ao sotavento. Gosto das praias mais selvagens entre Sagres e Lagos e das àguas mornas das Pedras e Praia Verde. Há a praia com encosta rochosa sempre abrigada para os dias de vento ou as praias de areal comprido para caminhar nos dias sem rajadas. Depois são as gentes dos moços e moças marafadas onde encontramos amigos de coração aberto e pronúncia acentuada do Sul que nos fazem sorrir. Por aqui também se encontram os amigos lá "cima" que partilham este gosto e nos fazem viver o Algarve como ponto de encontro e de partilha de amêijoas e percebes, peixinho fresco grelhado e de sabor tão puro, das cataplanas, o arroz de lingueirão em tacho que alimenta e conforta... E os doces de massapão, os morgados de figo, tartes de Alfarroba e o malvado Dom Rodrigo de mãos dadas ao café em tamanho certeiro para nos matar a gula quando já antes matámos toda a fome. As ruas de Lagos sempre animadas pelos de cá e pelos que vêm e vão e tantas vezes regressam. Admirar a padaria dos papo secos que nos apresenta despretensiosa uma montanha de folares quentinhos... Os de Olhão também são tão bons. A páscoa pode ser passada com frio, mas com sorte em anos impossíveis de prever é celebrada com Sol e praia. Um luxo! E este Algarve todos os anos parece ficar um pouco mais nosso, dos que não resistem e voltam sempre à procura do Sol.

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A cidade de Havana marcou-nos. Não é uma cidade que orgulhosamente exiba um património recuperado. Infelizmente encaramos Havana com muitos edifícios belos mas gastos e degradados que apenas nos permitem adivinhar um passado esplendoroso e rico. Os automóveis clássicos circulam por todo o lado dando movimento ao passado e comprovando que a mecânica tem capacidades de ressurreição. Ainda assim, a cidade encanta-nos pela música, pelo contraste entre o moderno e o antigo e um povo que vive a sua cidade e a anima. As pessoas são pobres, mas instruídas e alegres. O calor e a vista mar são antidepressivos natos e ninguém aparenta um ar ansioso ou apático. Na marginal de Havana (Malecon) há sempre gente. O nosso guia explicou-nos que os cubanos percorrem a pé aquela estrada marginal em todas as ocasiões da vida. Quando querem pedir uma garota em namoro ou romper com ela. Se um amigo de longa data está em Havana por poucos dias, é certo que o encontram ali no Malecon. Os velhos conversam horas a fio pelos bancos espalhados nessa avenida. Mesmo que um furacão atravesse Havana, garantem-nos que há sempre alguém que não se abrigou e escolheu assistir à tempestade em pleno Malecon. São histórias e cenários que não se esquecem e é de Havana que trazemos mais saudades.

Na praia pretendíamos apenas desfrutar do Sol e das águas quentes. Engraçado como nos submetemos a longas horas de voo para o Francisco nos dizer que o que mais gosta é da piscina. É miúdo e não ligamos, mas estranhamos tantos estrangeiros que preferem passar o dia inteiro na piscina a beber cocktails. O Manel mais uma vez delirou com a água e nem se zangava quando o mergulhávamos no mar. Tínhamos enormes expectativas de o pôr a andar na areia e assim desenvolver a marcha. Cair na areia só tem como consequência mascarar o Manel num mini croquete. Houve vezes que caiu redondo de cara na areia e nem boca nem pestanas ficaram a salvo. Uma banhoca no mar e estávamos prontos para mais. Infelizmente o Manel ficou doente, com febre, tosses e ranhos. A febre apareceu como se tivéssemos de enfrentar um furacão. Trancados no quarto, desesperados. A médica apareceu e confirmou que seria gripe, a que os cubanos gostam de chamar catarro. Ora pois que a nossa formiga apesar de nem fumar charutos, apanhou catarro em Cuba. Temos uma sorte! Apeteceu-nos fugir de imediato para Portugal. Não gosto de febres, seja em que sítio for mas no estrangeiro assustam-me mais. E se isto fosse o início de mais uma bronquiolite? Íamos ficar ali presos em internamentos em Cuba? Escolhemos esse país para irmos descansados quanto a medicina, mas não queríamos de todo ter uma experiência hospitalar. Férias=Descanso. Ninguém pediu a febre, podem por favor levá-la de volta?

Uma desgraça nunca vem só e eu fiquei durante 7 dias a chá, pão e soro bebível.  Sim que uma pessoa perde toda a dignidade quando vai ao médico queixar-se que não consegue ter um raio distante da casa de banho... isto numa senhora parece mal. As senhoras não deviam padecer disso. Os puns das senhoras deviam ser sempre inodoros e não audíveis e toda a gente sabe que as senhoras nem cocó fazem. Por isso cheia de boas maneiras tentei explicar com eufemismos a minha maleita e o médico do hotel não vai de modas e diz-me que uma injecção é o melhor remédio. Preparo o braço e diz-me que não, tem que ser na nádega. Enquanto me viro contrariada e a sentir que bati no fundo da dignidade e que não nasci para ser feliz (nem de férias nos intervalos da vidinha) sou avisada que a injecção tem 3 componentes. Um cocktail portanto, o único que consumi. É que nem um Mojito, nem uma Cuba Libre, nada, só aviei uma injecção de penalty! A estas férias devíamos descontar três intensos dias de maleitas minhas e do Manel. O Francisco conseguiu manter sempre o astral em alta e ficava histérico quando o mordomo nos trazia o jantar ao quarto. Tudo foi motivo de alegria para o Francisco. No último dia a febre foi embora e eu consegui ganhar raio de acção até à praia. É sempre assim... no último dia é que apanhamos o dia com mais calor, menos vento e água mais quentinha. .. aquele agridoce irónico das últimas horas no paraíso. No regresso o Manel teve um ataque de tosse de 3 horas antes de entrarmos no avião. Eu e o Rui conseguimos rir quando nos lembramos que enfim, em caso de necessidade, o avião tinha máscaras de oxigénio. Valha-nos isso. Enfim, tentámos ir longe para nos desafiarmos numa vida normal. Conseguimos chegar. Conseguimos ficar doentes. Conseguimos melhorar e regressar. Calem-se as vozes insolentes dos que avisam que viajar com crianças é uma loucura e já se adivinha que há sempre alguém a ficar doente. Quando ficámos doentes pensei que as férias tinham sido o disparate mais parvo a que me predispus. Depois no último dia ao dar um mergulho espantoso pensei que apenas tínhamos saldo negativo nas férias, mas não podia esquecer alguns momentos bons. Agora que já passaram mais dias recordo que as férias tiveram um saldo 50/50 entre o bom e o mau. Daqui a duas semanas já vou conseguir dar mais valor ao positivo e inverter as avaliações anteriores. Temos que nos distanciar em tempo do mau para valorizar o bom. Para o Francisco o saldo das férias foi do melhor. Adorou ver os golfinhos e a piscina. Na escala em Madrid até se atreveu a perguntar se o segundo avião que apanhávamos seria de regresso a Cuba. Enfim, vai uma pessoa tão longe com piscina em casa e golfinhos a 15 minutos no zoo de Lisboa. Havia lá necessidade! Se tiverem histórias de maleitas em férias, partilhem por favor que uma pessoa conforta-se sempre!

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As férias começaram cedo, numa daquelas manhãs em que despertamos de madrugada com vontade de saltar da cama e levantar voo. No aeroporto distribuímos abraços e beijinhos de saudades e partimos expectantes para perceber como as crias suportariam tantas horas de avião.

Assim que passámos a porta de embarque e entrámos no bus que nos conduziria até ao avião, o Francisco exclamou:

- Então afinal não íamos de avião para Cuba? Vamos de autocarro é? -  A gargalhada foi geral.

Uma vez fechadas as portas do avião, não há hipótese de mais fugas, e com mais birra menos birra, colos, lanchinhos, jogos, mil andanças para a frente e para trás no corredor do avião, chegámos. O Comandante avisa-nos que do lado de fora estão 29 graus e de imediato despimos camisolas para nos atirarmos ao calor.

O Francisco delirou com os tapetes rolantes em busca das nossas malas e por fim respirámos o ar quente de Havana. Apesar da noite cerrada, os faróis dos carros antigos animaram-nos e nas mil voltas para despacharmos toda a gente pelos hotéis aproveitámos para conhecer toda a cidade.

Na manhã seguinte o Francisco acordou feliz e animado e o Manel também partilhava dessa boa disposição.

Tivemos o privilégio de conhecer a cidade com um guia privado, o Eduardo. Um cubano com cerca de 55 anos, polido, educadíssimo, culto e um conversador nato. Mostrou-nos todos os cantos da cidade com enorme paixão, falando-nos não só da História, como também das histórias, dos costumes, alguns segredos e algumas opiniões proibidas. No final do dia sentimos que nos despedíamos de um novo amigo com confiança bastante para carregar o Francisco no colo.

Bastou um dia para mudarmos o chip e nos sentirmos longe, muito longe de tudo e muito perto de nos encontrarmos só os 4.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Passaporte

10.03.14

Marcámos férias.... Xiiiuuuu não vão as doenças velhacas ouvir-nos.

 

No ano passado tínhamos marcado uns dias de férias em Valência, mas perdemos o avião devido a um internamento inesperado. Custa perder um avião, mas ainda mais quando aquelas férias tinham o significado de fuga para uma vida normal.

Desde o Verão que não gozamos férias e sentimos que não foi só o tempo que passou, foram dias que nos marcaram e envelheceram mais um pouco nas aflições daquela vida de hospital que não escolhemos.

Vamos tentar ir de férias, gozar do Sol e aquela alegria despreocupada dos dias de praia em que os horários e pratos de sopa deixam de ter importância e só temos cuidado em colocar chapéus e protector solar.

 

Não foi, contudo, nada fácil tirar o passaporte do Manel. Ninguém da fila teve respeito e paciência em esperar pela sorte de um bebé olhar quieto para o ângulo certo. Tentamos ignorar os que sopram e batem o pé e os atrevidos que opinam para que se tente fazer assim ou assado. Depois aparece a típica Senhora irrepreensivelmente bem vestida mas despida de boas maneiras. Interrompe para saber se terá prioridade. Interrompe novamente com ar esperto para ter a certeza que sim. Interrompe novamente para que lhe expliquem apenas uma questão na vez que sabe não ser a dela. Manel chora e desistimos.

É apenas o passaporte, mas é tão necessário. Devido a circunstâncias especiais, excepcionalmente permitem que enviemos por email a foto. Mas saímos desolados nem tanto pela falta de cooperação do Manel que tão bem compreendemos, mas amargurados pelo desrespeito dos outros. Já passou, agora já não nos interessa. Interessa-me que as doenças entrem em modo pause e começar a sentir a vontade de riscar os dias até ao nosso voo e de escutar aliviada o som do carimbo no tão desejado passaporte. 

 

Queremos ir de férias. Merecemos ir de férias e dançar e abanar os tumores sem pensar neles. Só queremos sentir que desta vez somos nós que controlamos um pouco as doenças e nos desligamos delas.

Vamos ter fé que desta vez embarcamos e o Sol será nosso.

 

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Quem tem rapazes amantes dos dinossauros assustadores não pode perder a exposição Planeta Dinossauro.

 

Ali encontramos esqueletos, fósseis, ovinhos lindos e réplicas animadas dos dinossauros que se movem e emitem sons para delírio da pequenada.

 

O Francisco andava louco com o ambiente tão real, repetindo vezes sem conta (como quem se quer convencer) que não tinha medo nenhum.

 

Muitos meninos pediam aos pais que lessem as informações e tem graça escutar graúdos e pequenos a soletrar os nomes dos bichos, Pteranodonte, Triceratops, Estegossauro... e as alcunhas que a miudagem inventa na tentativa de os identificar correctamente.

 

No final da exposição o Francisco teve oportunidade, no Atelier de Paleontologia, de pegar num pincel e escavar caixas de areia para procurar ossos de dinossauros. Tanto o Francisco como o Manel (sublinhe-se bem o Manel) pintaram entusiasmados uns desenhos que os encheram de orgulho pelo brinde de um diploma em troca.

 

Até 18 de Maio no Pavilhão de Portugal, fica a dica. 

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No fim de semana passado aproveitámos as tréguas da chuva para visitarmos o Palácio Nacional de Queluz.

 

A cerca de 15 minutos de casa encontrámos um Palácio praticamente vazio de visitantes, o que nos permitiu desfrutar do passeio como se tudo estivesse à nossa única disposição.

 

O Francisco (e nós também, confesso) encantou-se com os lustres no tecto, maravilhado com a grandeza e imponência das decorações. Passados 5 minutos de entrarmos já me deliciava com o cheiro da cera que envernizava os soalhos e me faz sempre associar esse perfume ao da história dos palácios e museus antigos.

Tudo foi motivo de perguntas e de exclamações, desde as caminhas e berços dos príncipes e princesas, às loiças e porcelanas, coches e talhas douradas. Depois de tantas histórias contadas sobre príncipes e princesas, o Francisco nem queria acreditar que estava mesmo a admirar um Palácio de verdade... repetindo tantas vezes, se eram mesmo ali que comiam, dormiam ou brincavam. 

Sem dúvida que as caminhas e berços foram as suas predilecções (logo inventando qual seria a sua cama, a do Manel e a das primas).

 

Ao almoço fomos tratados como príncipes no restaurante Cozinha Velha, instalado nas antigas cozinhas do Palácio e que integra a Pousada de Queluz - D.ª Maria I (Pousadas de Portugal). Assim foi possível não quebramos o ambiente e o Francisco até ficou convencido que a sua sopa teria sido confeccionada numa das grandes panelas de cobre ali expostas.

 

Da parte da tarde digerimos o almoço pelos jardins. Depois de 15 dias fechado em casa com gripe, o Francisco teve oportunidade de correr por todo o lado, de fonte em fonte, estátua em estátua, labirinto em labirinto, sempre perseguido pelos risos do Manel. Qualquer dia regressamos para assistir a exibição de falcoaria.

 

Para quem tem filhos pequenos que deliram com as histórias de principes e princesas, aqui fica uma sugestão de passeio em família, tão perto de casa.

 

 

 

 

 

 

 

Fiquei a namorar esta peça para pôr cupcakes lá em casa...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sempre que passeamos no Chiado sentimo-nos mais portugueses a cada pisar da calçada cruzada com a passagem dos eléctricos.

 

A cidade tem ali a energia especial das pessoas que a vagueiam a pé em admiração das compras entre pausas nos cafés.

 

Neste embrenhado de ruas encontrámos a loja A Vida Portuguesa. Assim que subimos o degrau de entrada regressámos ao passado, sem máquinas de tempo nem efeitos especiais. Nesta loja é possível encontrar produtos antigos genuinamente portugueses, fieis à produção original e às nossas memórias.

 

 

É impossível não exclamar e apontar o dedo a quase tudo o que nos traz recordações já meio perdidas mas de imediato salvas e reavivadas:

 

Alegria olhar para as sobrinhas de chocolate Regina e pastilhas Gorila!

 

E, no meio de tanta coisa, reencontrar as latinhas de limpa metais coração (e por segundos sentir o cheiro do produto nos panos esfregados nos pratos dourados da casa da minha Mãe).

 

E para meu grande espanto reencontrar cadernos e brinquedos de antigamente, tão bonitos e descomplicados.

 

 

Neste entusiasmo, rendi-me perdidamente às andorinhas de cerâmica Bordallo Pinheiro. Desde pequena, sempre supus serem mais felizes as casas brindadas com estes pássaros primaveris.

 

 

Assim, e em menos de nada comprei um bando de andorinhas (para grande euforia do Francisco que até me pedinchava andorinhas para o seu quarto).

 

Entretanto estudo a forma de as pendurar no hall de entrada cá de casa, em sinal de boas vindas e de bom tempo.

 

Aqui ficam algumas inspirações para o "projecto andorinha".

 

 

 

 

 

PS- talvez tarde em dar-vos notícias sobre o resultado... não sou muito jeitosa com pregos e martelos. Deadline do projecto: início da Primavera para ser optimista!

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Por não ter vivido o Natal no ano passado, tenho agora uma enorme vontade de aproveitar todos os momentos... e por isso esta semana tenho dado uma grande prioridade aos meus pequeninos (sobrinhas incluídas).

Termos tempo para desfrutar passeios, planearmos presentes caseiros, discutirmos o cartaz do cinema para não perdermos as animações em estreia são momentos de descontracção imperdíveis e que marcam a dourado estes dias na agenda. Este é o maior luxo que posso ter nesta época de festas.

Aqui fica uma amostra:

 

 


O filme "Chovem Almodegas 2" ficou muito aquém das expectativas... eu bem dizia que devíamos era ter ido ver o filme dos Perús! O Frozen está em lista de espera, censurado de ver até à chegada dos outros sobrinhos que agora vivem em Angola e chegam este fim de semana.

O Francisco está mais ansioso pela chegada do primo Tiago do que com o dia de Natal. Todas as manhãs (desde há um mês para cá) pergunta quantos dias faltam para a chegada do Tiago.

 

Nestas agitações, continua o Manel cada vez mais ágil. Não resisto a mostrar-vos um detalhe do meu "Mickey Mouse" em fuga após o jantar (de almodegas, como não poderia deixar de ser para compor o programinha)

 

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Vale a pena apostar em dar lhe todas as oportunidades para ser feliz! Se não temos cura para a doença pelo menos encontramos a cura dos sorrisos e beijinhos bons!

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Natal na Vila

14.12.13

Depois de uma semana complicada entre vómitos, febres, ranhos e tosses, finalmente arriscámos sair do ninho com uma vontade imensa de passear e procurar o Natal nas ruas.

 

Em menos de nada estamos a 10 minutos de casa, no centro de Cascais onde nos sentimos como turistas vagueando e descobrindo como a vila se enfeitou para nos receber.

 

A atracção que nos levava até Cascais seria a roda gigante, mas antes de nos aventurarmos escutámos uma orquestra tocando na rua... e a música de Natal parecia tão perfeita que nesse mero acaso nos distraímos no percurso levados por esse espírito de amor que ecoava e em menos de nada embalamos as canções entre os olhares dos outros que não conhecemos mas também partilham tal momento mágico connosco.

 

Mesmo ao lado, um Pai Natal daqueles com barba verdadeira e o Francisco segrada-me que este seria o verdadeiro e não um mascarado. Valeu-lhe então um abraço sentido e não só um colo! De presente o Pai Natal entrega uma ficha para o carrocel que facilmente encontramos pelos cheiros de farturas doces.

 

O Manel estreou-se no carrocel e nas farturas deliciando-se com a prova da comida de rua que ainda não conhecia o gosto. Também brindei com a Avó uma ginjinha em copo de chocolate para inveja do Francisco que insistia em tomar uma também.

 

Na roda gigante acompanhou-me o Francisco, sem medo e com vontade de tocar no céu. De pés na terra ficaram os Avós e o Maridão (todos com a desculpa que ficavam a tomar conta do Manel). E lá de cima respirámos um ar mais frio e avistámos mais longe o mar e o entardecer da nossa linha. Gritámos a cada passagem pelos que no chão nos acenavam e tirámos "selfies" delirantes e fotos do que só nós vimos.

 

E no final o Francisco confirmou ter gostado de tudo e o Manel sorria. Eu também gostei de ser feliz e reviver os sabores das comidas das feiras mas no cenário da vila de Cascais, pacata mas animada de sons e luzes e atracções que me levaram ao céu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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