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Eu e o Francisco somos amantes das feirinhas e vibramos com as músicas do Tony Carreira que se ouvem nos altifalantes, interrompidas pela senhora dos carrinhos de choque que grita para alguém rodar o volante ou por a ficha para mais uma voltinha.

Todos os anos ficamos animados com a "nossa" Feira de Oeiras e desejosos para descobrir se há novos carrosséis, apesar de sermos fãs fieis dos clássicos carrinhos de choque e das chávenas que giram no mesmo carrossel de há anos e anos.

Há coisas que não mudam.... desde pequena me lembro dos rapazes que trabalham nos carrinhos de choque e conduzem sentados nos encostos e não nos bancos, com um ar de "sou muito mau e não se metam comigo que ando nisto todos os dias". A cada paragem a criançada salta e roda maluca e ouve-se sempre a birra da menina que queria o carro cor de rosa ou do menino que queria a mota e já está ocupada! Mas assim que se inicia nova voltinha, já está tudo a postos para novos embates!

No carrossel é assistir aos paizinhos a dar indicações para os filhos não se largarem e os putos acenam delirantes enquanto lhes tiram as fotos para mostrar aos avós... e há sempre aquele que chora com medo enquanto outro grita por mais velocidade.

Este ano a feira tem uma mini montanha russa que parece construída nos anos 70. O Francisco não teve medo nenhum e eu ao lado gritava a rir de nervoso com receio que algum parafuso ou ferro saltasse! A montanha russa não tem descidas, loopings, nem rapidez alucinantes mas o barulho dos carris tão gastos dão mais adrenalina que qualquer diversão dos  parques famosos. Tenho mesmo de  aproveitar enquanto o Francisco gosta que o acompanhe e ainda não tem vergonha dos gritos risos da Mãe. O Pai delicia-se a assistir sossegado ao espectáculo dos nossos gritos.

Tanta agitação provoca fome e no ar mistura-se sempre o aroma do açúcar do algodão doce, com os óleos das farturas e fumos das sardinhas. Ir à feira uma só vez não chega. É que posso "matar a fome" rapidamente das diversões, mas não tenho estômago para de uma vez só satisfazer os desejos das farturas, pipocas algodão doce, pão com chouriço quente acabado de sair do forno, caracóis, bifanas! Temos de lá voltar!

Tenham cuidado é com os roubos! Um balão = 5 euros senhores! Um escândalo! Mas enfim, o balão tem sido a maior diversão do Manel lá em casa que adora passear o balão e tentar "morde-lo" sempre que o Francisco está mais desatento. Gosto de ver o ar satisfeito do Francisco a sair da feira agarrado ao seu balão, igual ao meu ar feliz agarrada a um manjerico e aos sacos de biscoitos de erva doce e limão!

Vivam os Santos!

  

 

 

 

 

 

 

 

 

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Passeio no Zoo

05.05.14

O frio foi embora e saímos da "toca" para espreitar os bichos.

O Manel estreou-se no Zoológico e o Francisco mesmo antes de chegar já listava os animais que mais ansiava ver.

Confesso que adoro animais e se na Lua de Mel tive a sorte de fazer um safari na África do Sul, ir ao Zoológico nunca será um passeio sem graça.

Gosto de pegar no mapa e orientar os percursos para não perdermos pitada. Assim que entramos sentimos uma animação geral dos miúdos que conseguem ser mais histéricos do que a maioria dos animais (estes dormem pachorrentos, habituados ao frenesim da pequenada em redor).

 

O elefante já não toca o sino. Os leões sempre foram uns preguiçosos e nunca os consigo ver de pé.

Agora os macacos divertem mais ainda que os golfinhos.

Se na praia as bolas de berlim parecem saber melhor, ninguém resiste a um (ou mais) gelado(s) no Jardim Zoológico.

Só fico com pena de não conseguirmos interagir mais com a bicharada. Gostava de lhes dar festinhas, comida, estar ainda mais perto.

 

Eu não sabia, mas acabei de descobrir que o Zoo organiza actividades para grupos pequenos de adultos e crianças: Sábados Selvagens. Nesse âmbito é possível visitar alguns bastidores, descobrir os processos diários de tratamento e alimentação dos animais. Os preços não são nada simpáticos, mas enfim, será uma experiência única que fico aqui a ponderar. Mais informações aqui.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Um fim-de-semana a dois, sem miúdos…. Planeado sempre com sentimento de culpa. Não valem a pena as teorias e as justificações que um casal deve apostar na relação e viver momentos a sós… só isso por si não serve de remédio para aliviar a culpa.

Sentimo-nos cansados, exaustos e a ideia de uns poucos dias aliviados de cuidados às crias são necessários, fundamentais para o sono, mas a culpa vai connosco, não nos livramos dela apesar das boas desculpas.

A despedida é feita num toca e foge para miúdos e graúdos não chorarem e não desistirmos logo ali dos planos de descanso.

No caminho tentamos rever todas as razões que nos conduzem para longe, para sedimentarmos que racionalizarmos o clima de romance à prova da consciência.

Depois são as conversas que inevitavelmente se debruçam nos miúdos. Vamos para longe para afinal passarmos grande parte do tempo a recordar as crias e a comentar as suas últimas gracinhas ou como adorariam estar ali para verem a medusa gigante que avistámos à beira mar ou o carrocel plantado no meio da rua e do qual desviamos o olhar para não encararmos as crianças dos outros. Confesso que me custa bastante olhar para crianças nestes dias em que estou longe das minhas. A saudade e sentimento de culpa aliam-se para esse avistamento ser penoso (o que é incrível porque olhar para uma criança é sempre normalmente divertido). Nestas circunstâncias, só tento olhar para as crianças se pressinto que vão apresentar uma birra fenomenal digna de se atirarem para o chão. Assim já vale a pena olhar para dar valor à distância.

Mas vamos também ser verdadeiros, e confessar que conseguimos nalguns minutos pensar no alívio de não termos horários para nos esparramarmos ao Sol e seguirmos os horários da fome e não do relógio para nos sentarmos à mesa. Estes minutos são estupidamente maravilhosos e é nesse momento que conseguimos dar um bofetão à culpa. Conseguir jantar à luz das velas sem ter medo que alguém se queime ou pegue fogo à mesa é estranhamente calmo. Uma sessão de massagens no SPA pode ser tão relaxante que um de nós até ressonou (não vou dizer se foi o Maridão senão era chato!).

No entanto, as horas de descanso passam com inúmeras trocas mensagens para atestar se crias comeram, se estão felizes ou com birras e se finalmente adormeceram. Mesmo que se receba a confirmação que está tudo bem, nestes dias o telemóvel é vigiado e consultado não apenas para confirmar mensagens e telefonemas, mas também para rever vezes sem conta as fotografias e vídeos das crias que me ocupam espaço do cartão e da minha memória.

Nunca tinha passado 3 noites sem as crias, foi um record batido em desespero de tantas noites sem dormir nos últimos 2 anos. Mas confesso que na última noite já soltava lágrimas de soluços e saudades só por falar das crias num jantar de amigos. Uma vergonha! Sou assumidamente uma Mãe galinha. Não me ponho aqui a apontar o dedo aos que se libertam e voam para outros Continentes e não choram, por isso aqui me confesso e não me apontem o dedo… mas se quiserem chamar-me Mãe galinha estejam à vontade. Piu! Cada um sabe de si e eu sou uma Mãe galinha com fraca apetência para golpes de capoeira na consciência. O regresso é uma maravilha! Se antes de ter filhos tudo sabia tão bem e no final até apetecia fazer birra no check out (sem pesos de consciência mas sem grande valor quanto ao descanso), com filhos no horizonte do regresso tudo é feito a despachar para finalmente chegarmos a casa e apertá-los de mimos e dizer-lhes que os adoramos e estamos prontos e frescos para mais birras e noites mal dormidas!

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No fim de semana passado aproveitámos as tréguas da chuva para visitarmos o Palácio Nacional de Queluz.

 

A cerca de 15 minutos de casa encontrámos um Palácio praticamente vazio de visitantes, o que nos permitiu desfrutar do passeio como se tudo estivesse à nossa única disposição.

 

O Francisco (e nós também, confesso) encantou-se com os lustres no tecto, maravilhado com a grandeza e imponência das decorações. Passados 5 minutos de entrarmos já me deliciava com o cheiro da cera que envernizava os soalhos e me faz sempre associar esse perfume ao da história dos palácios e museus antigos.

Tudo foi motivo de perguntas e de exclamações, desde as caminhas e berços dos príncipes e princesas, às loiças e porcelanas, coches e talhas douradas. Depois de tantas histórias contadas sobre príncipes e princesas, o Francisco nem queria acreditar que estava mesmo a admirar um Palácio de verdade... repetindo tantas vezes, se eram mesmo ali que comiam, dormiam ou brincavam. 

Sem dúvida que as caminhas e berços foram as suas predilecções (logo inventando qual seria a sua cama, a do Manel e a das primas).

 

Ao almoço fomos tratados como príncipes no restaurante Cozinha Velha, instalado nas antigas cozinhas do Palácio e que integra a Pousada de Queluz - D.ª Maria I (Pousadas de Portugal). Assim foi possível não quebramos o ambiente e o Francisco até ficou convencido que a sua sopa teria sido confeccionada numa das grandes panelas de cobre ali expostas.

 

Da parte da tarde digerimos o almoço pelos jardins. Depois de 15 dias fechado em casa com gripe, o Francisco teve oportunidade de correr por todo o lado, de fonte em fonte, estátua em estátua, labirinto em labirinto, sempre perseguido pelos risos do Manel. Qualquer dia regressamos para assistir a exibição de falcoaria.

 

Para quem tem filhos pequenos que deliram com as histórias de principes e princesas, aqui fica uma sugestão de passeio em família, tão perto de casa.

 

 

 

 

 

 

 

Fiquei a namorar esta peça para pôr cupcakes lá em casa...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Olhó Sol!!!

15.02.14
Finalmente hoje é dia de tirar o pó aos óculos escuros!

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Já se aperceberam das pessoas que a partir da hora de almoço de Quinta Feira nos desejam bom fim de semana? Gente muito à frente e optimista!

 

Gosto muito de chegar a Sexta-Feira e rever os planos para o fim de semana. Até o Francisco adora perguntar... Mamã vamos onde? Vamos a casa de quem? Quem vem cá a casa?

 

Uma animação!

 

E já agora, bom fim de semana!

 

 

 

 

 

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