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Nasci e cresci convicta que João Paulo II era o meu Papa e foi estranho vê-lo envelhecer e perceber que um dia o Papa seria outro. Bento XVI assumiu o papel e parecia-me tudo estranho... A expressão do rosto não parecia tão terna e apesar das mensagens tão inteligentes não deixei que tocasse o meu coração da mesma forma. O Papa Francisco já surgiu depois de algum tempo desse luto e a sua simplicidade rendeu-me logo. Um Papa enérgico, humilde que prescinde dos sapatos vermelhos e de outros luxos. Mas continuo persistente a pedir graças por intercessão de João Paulo II. Sinceramente não rezo o suficiente para ser digna de um milagre de cura para o Manel. Mas pequenos milagres podem fazer muita diferença... E não perco a fé! Quando tenho medo (e o medo assola-me de tal forma certeira e rápida que mal respiro de angústia esmagada do receio no futuro que não controlo) penso nas palavras deste Santo: não tenhais medo! Não posso ter medo porque se o medo me vence eu morro já sem esperança e desolada. Ter o privilégio de ter crescido com um Papa Santo terá de me ajudar a não ter (tanto) medo e a acreditar nos Santos do nosso tempo.

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