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Chega a esta hora (depois do jantar) e apetece-me sempre um chocolatinho... um biscoitinho.... um docinho.

 

Se fui ao ginásio até desconsidero o pecado. Portei-me tão bem hoje, pronto não faz mal, até corri um bocado, mereço!

 

Se não fui ao ginásio desculpo-me por ter tido um dia cansativo e precisar de um conforto por não ser de ferro.

 

Se o dia foi assim assim, então é caso para precisar de um chocolate em substituto de aspirina.

 

Se o dia foi espectacular, comemore-se com um chocolate.

 

E caio mesmo no fundo do poço do vício... qualquer chocolate serve (até os ovos kinder do Francisco, devorados infantilmente  e na clandestinidade da despensa da cozinha).

 

Eu me confesso!

 

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Dia de Reis

06.01.14

De manhã o Francisco encarregou-se de colocar os três Reis Magos de volta do menino Jesus... e eu fico nostálgica por ter de pensar em arrumar o presépio e a árvore de Natal, agora que o Manel já gosta de explorar ramos em tentativas de derrube das bolas.

 

Encerram-se as festas, despeço-me da família que regressa para longe e por aqui reiniciamos em força o trabalho e a escola. De bolo rei já basta!

 

Mãos à obra para tentar que este seja um ano muito bom!

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Aqui fica a sugestão:

 

 

Funciona em dias de grande confusão no shopping como uma perfeita alternativa à trela! Conseguir estacionar lá fora já foi uma prova superada, mas sobreviver aos corredores apinhados de gente apressada foi apenas o chegar ao próximo nível cheio de obstáculos. 

 

Nestas últimas corridas das compras, conseguimos literalmente "furar" a multidão para o Francisco passar, com o benefício de não o perder. Hoje só lhe repetia, "Francisco mãozinhas para dentro do carro filho" e lá fomos nós despachar as últimas compras!

Francisco feliz = Mãe Feliz :)

 

No regresso a casa visitámos a minha Madrinha...que bem sabem estes beijinhos de Boas Festas entregues à família, sentindo o rebuliço dos preparativos na cozinha e dos últimos embrulhos.

 

Esta noite o Francisco abriu a penúltima porta do calendário do advento e quase fiquei nostálgica...  Nem acredito que este ano nos vamos sentar todos à mesa, saborear as delícias combinadas, rezarmos ao menino Jesus e brindarmos o Pai Natal que aparecerá de surpresa! E o que eu adoro descair-me sobre os amigos secretos das prendas (perante a crise optámos por este sistema entre adultos da família).

 

Este ano não me importa nada se a sericaia que vou testar amanhã pela primeira vez no meu forno racha ou não. Se o bacalhau é cozido ou assado. Estou feliz por estarmos em casa e vamos comemorar isso mesmo!

 

Feliz Natal a todos!

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Chegou o Inverno

21.12.13
Vamos lá fingir um grande Viva e que por cá seria assim:

Por aqui não temos neve, mas ranhos com fartura e uma máquina de aerossóis a funcionar que é uma maravilha! Desconfio que uso mais vezes a máquina dos aerossóis do que qualquer outro equipamento da cozinha!

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É mais ou menos isto e ter a sorte de não os encontrar pendurados do lado de fora da janela! E ter a casa sempre cheia de gritos! Alegria!

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Ontem à noite prometia-me que era hoje o grande dia do regresso à malhação. Repetia-me interiormente em voz militar que eu não podia arranjar mais desculpas e não podia continuar a pagar go inásio sem lá meter de vez em quando os ténis (sapatilhas, amigos do Norte).


Passei por uma fase de pena… ohh coitadinha de mim e tal que ando tão cansada, não posso exigir tanto de mim.

Mas no Domingo à noite queimei-me na tarefa espectacular de escorrer a água quente da panela do arroz. E meus amigos eu não queimei barriga e pernas! A barriga está de tal forma roliça que as pernas foram poupadas ao flagelo. Não podia ser um sinal mais óbvio que a barriga não pode tomar conta de mim (e chegar-se sempre mais à frente em tudo) e é preciso agir depressa antes da dderradeira desgraça das festas, jantares natalícios e ano novo.

No entanto, o regresso ao ginásio não é assim tão simples. Hoje falhei em grande a estreia e deixei-me dormir quentinha em volta e protecção da minha grande pança.

E pus-me a magicar… existem aqueles fiéis dos ginásios que não falham, estão lá sempre com aquele ar cumpridor, irritantemente saudável, gozando com quem só se apressa em desespero pré-Verão ou em aparições lusco-fusco. São os beatos do Ginásio ou não são?

Depois existe o grupo dos fieis cumpridores das quotas, mas que aparecem e desaparecem… porque chove, porque estão engripados, porque estão numa almoçarada, numa reunião… e passado uma semana ou duas já nem pensam na desculpa do não ir… não vão e pronto e ninguém tem nada a ver com isso desde que se paguem as quotas, caramba!  Eu estou infelizmente neste grupo, como quem diz que acredita em Deus mas só vai muito de vez em quando à Igreja. E quando vamos, sentimo-nos desenquadrados porque temos dores de burro, não sabemos coreografias de aulas de grupo… ao menos na missa dá para disfarçar e fazer playback nos cânticos e saltar partes de algumas orações sem ninguém dar conta. Já ali no ginásio o impacto da ausência não se disfarça para gozo dos beatos que apreciam olhar de esguelha para as baratas tontas dos não habitualmente praticantes.

Mas enfim, ao menos quando vamos, saímos de lá de peito inchado de tanto orgulho, com aquela sensação de dever tão cumprido e suado.

Hoje não foi o dia, mas amanhã será! A ver!

 

 

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Não vou perder energia a tecer considerações sobre a condução das mulheres em comparação com a dos homens.

Hoje venho confessar-me como uma daquelas mulheres histéricas ao lado do volante. Sim é em particular no famoso “lugar do morto” que me parecem existir diferenças abismais nas posturas entre os homens e mulheres. Até desconfio que a denominação “lugar do morto” não resultou de estatísticas de sinistralidade rodoviária, mas antes da vontade do condutor silenciar a mulher que vai ao lado…

 

É inevitável! O carro ainda nem sequer arrancou e já a mulher tipicamente opina em tom picuinha sobre a arrumação das malas ou das compras no porta bagagens porque isto ou aquilo devia ter ficado em cima. Se o homem arranca devagarinho sem cinto posto, leva logo um aviso para colocação imediata do mesmo.

 

Finalmente na estrada, a mulher avisa sempre quase tudo em tom histérico e de perigo iminente:

- Cuidado com aquele maluco viste? - Muitas vezes a estratégia monta-se na argumentação que os outros condutores é que são um perigo.

 

Por outro lado, são várias as tentativas de controlo de velocidade do homem, vejamos alguns exemplos:

 - Notaste que aqui o limite de velocidade é 60? Cuidado que eles andam sempre aí a controlar! Ainda ficas sem carta! Se fores apanhado eu não dou o meu nome!

- Vai mais devagar senão os miúdos ainda vomitam! Olha que vomitam!

 

Para além dos gritantes avisos automáticos de perigos de buracos, lombas, cães e velhos que atravessam a estrada a mulher chega mesmo transformar-se num GPS (à excepção da voz doce, repetitiva mas calma avisando para virar na próxima saída a 200 metros) de gestão de timings de viagem, sugerindo mudanças de faixa de rodagem que supostamente andam mais depressa do que a eleita pelo homem.

 

O problema ainda se agrava mais quando o homem se distrai (certamente no meio da barafunda de instruções da co-pilota o homem terá optado por se concentrar no próximo jogo do Benfica) e se engana no caminho. O erro nunca deixa de ser assinalado com a devida pompa e circunstância:

- Então não estavas a ver? Tínhamos que sair ali… agora vamos perder mais de meia hora de caminho só para voltar para trás! É impressionante eu tenho que estar sempre a avisar tudo (como se a mulher até então nem tivesse opinado nada!).

 

Já na última fase do estacionamento, a mulher tem uma atenção de cão de fila que espera pelo tiro de largada na espera por algum lugar vago.

- Olha que o carro cinzento do outro lado do corredor está a sair. Então não viste? Olha pronto agora já está lá outro não vale a pena!

 

Por fim e como cereja no topo, a mulher tem sempre uma reclamação a dirigir sobre o estado de limpeza do veículo.

- Então já viste como o carro está sujo? Devias tratar de lavar o carro que está a ficar um nojo até tenho vergonha!

 

Pois que com muita pena minha e total falta de controlo, sou forçada a incluir-me neste grupo de mulheres (porque vá não quero generalizar e acredito que existam “Santas” ao lado do volante). E sublinho que o Maridão conduz muito bem, mas é mais forte do que eu!

 

Já os homens, em geral, até se portam bem ao lado…. Apenas comentando em tom calmo e sarcástico:

- Olha vais a 180, quando sou eu vais toda histérica...

- Queres que estacione por ti? (colocando a mulher naquele estado de nervos de negação que não é necessário e que mesmo que o carro saia riscado ela consegue).

 

Em suma, já entendi afinal a razão de a A5 de manhã se entupir de carros só com o condutor! Livra!

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Cá em casa temos um armário inteiro na cozinha só para albergar os remédios todos. Até devia aproveitar o Natal e colocar na varanda uma estrela verde em pisca pisca para aviar os vizinhos em caso de urgência.

Antes de ter filhos só cá havia ben-u-ron e sais de frutos, mas agora tenho aqui mais stock do que muitas farmácias de rua.

 

O Francisco adora tomar xaropes e até comenta os sabores como se fossem gelados Santini ... ohh vou tomar Actifed para os ranhos? Não posso tomar antes o xarope cor de laranja (brufen) que é o meu preferido?!

 

No entanto, a Pediatra receitou-lhe uma vacina que se toma em saquetas (uma semana por mês durante 3 meses) e à primeira tentativa em Outubro o Francisco armou-se em esquisito e disse logo, em jejum mal disposto, que nem pensar tomar mais daquilo pois só gostava de Singulair (outras saquetas que toma diariamente para as tosses).

 

Ora que raios! Como o convencer? Em Outubro desisti e confesso (batendo com a mão no peito 3 vezes com força) que me esqueci por completo de tanto focada na cirurgia do Manel.

 

Ontem estava a arrumar a farmácia e dou de caras com as saquetas e pensei... a ver se eu não sou Mãe de lhe enfiar isto pela goela abaixo, ai sou!! Em 3 segundos montei um plano e entrei na sala com um sorrisinho malandreco de tão fenomenal e confiante que me achei!

 

- Francisco tenho aqui este remédio que a Tia Teresa mandou para ti! Isto é só para crescidos e é muito bom e só podes tomar 1 por dia, não podem ser 2! Os teus primos Tiago e Miguel adoram, mas nem penses que te dou 2 estás a ouvir é só 1!

 

Nisto já o Francisco se punha de pé no sofá a implorar pelo remédio novo e a prometer que só ia tomar 1.

 

Tomou, fez cara feia e não se desfez enquanto eu dizia que era o preferido do Miguel e lhe perguntava se era o dele também.

 

- Sim eu também sou crescido como eles e gosto disto.

 

Caso resolvido!

 

PS - Agora tenho de o levar a vacina da Hepatite e preciso de um plano ainda mais maquiavélico. Aceitam-se sugestões!

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O Francisco e a Inês são primos direitos, unha e carne (e tantas vezes o mata e esfola), contando apenas com 6 meses de diferença de idade.

Apesar de o Francisco ser o mais velho, a Inês é mais alta e consegue pegar nele ao colo. Mas quando a Inês não consegue dizer palavras complicadas, pede ajuda ao Francisco para falar por ela. Brincam e riem como tontinhos e completam-se nos handicaps conseguindo os dois juntos ir sempre mais além.

 

A Inês gosta de ir para a porta da sala dela, mandar beijinhos pelo ar ao primo que despachado lhe retribui sem embaraços os mesmos mimos por via aérea… À hora de almoço e do lanche trocam no refeitório uns abraços e uns dedinhos de conversa (eu dava um mindinho para escutar esses diálogos). A Inês escolhe a roupa comentando se o Francisco irá ou não aprovar o outfit. Quando um consegue algum petisco (seja lá uma pipoca ou batata frita) pedincha sempre mais para dar também ao outro. Gostam de brincar aos pais e às mães e tentam convencer-nos que até já casaram. E muitas até acredito nessa hipótese de casamento secreto quando oiço as discussões e a forma refinada como gostam de embirrar e tirar o outro do sério.

 

No entanto, este amor platónico está ameaçado. Na semana passada fui buscá-los à escola e no corredor pulavam ambos contentes por virem juntos para casa. Até que a Inês se vira para ir buscar o casaco e a menina J. se agarra ao meu Francisco num abraço descaradíssimo. Não satisfeita com esse amasso, a menina J. diz à Inês que o meu filho só gostava dela. Ora, perante a afronta, eu e a Inês ficámos de queixo caído. Mas eu rematei de imediato e em defesa do sangue de família, que o Francisco ADORA a Inês. Até podia ter dito que o rapaz gostava muito das duas como seria normal um adulto intervir para moderação dos ânimos, mas não fui capaz e não controlei os meus instintos de sogrinha severa. E não me senti mal com isso, uma vez que a menina J. continuou a fitar a Inês com um olhar de demarcação de território, daqueles que esfolam. Dei a mão à minha sobrinha e ao Francisco, pensando se aquele olhar e a provocação da menina J. não deveriam ser considerados como bullying, que atrevimento! Com apenas 3, 4 anos já vivem acesas disputas.

 

Hoje o Francisco diz-me no carro que eu sou uma das preferidas dele.  Oi? Hello? O meu filho julga que tem um harém e eu sou mais uma! Sempre ouvi dizer que mais vale um pássaro na mão e eu ficava bem mais descansadinha com um simples e intocável amor platónico entre primos. No entanto, o rapaz diz que eu sou a n.º 1 (até aqui menos mal, mas não sou one and only, xnif) e depois andou indeciso toda a noite até à hora de dormir se a menina J. ocuparia a posição n.º 2 ou n.º 3, saltitando no pódio com a Inês.

 

Prevejo e desabafo que isto não vai correr bem...

 

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O Francisco diz que vem de Marte


Mas depois diz que vai buscar mel às abelhas


Uma alegria! Um maluquinho tão multifacetado!

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Hoje almocei assim...


Um brinde aos meus amigos que também dormiram mal... Estimo-os como companheiros de tropa.

E um blheeee de língua de fora para os que dormiram como anjos! Não resisto! Espero que tenham almoçado em frente ao computador!

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O dia começou bem cedo... quase me atrevo a dizer que nem distingui bem o dia da noite. De madrugada adormeci na cama do Francisco que me chamou a meio da noite. Entretanto, oiço o Manel a choramingar e lá retorno ao meu quarto… Em menos de nada, são seis e meia da manhã e o Manel puxa-me os cabelos em risadas e decide feito galito que já são horas de levantar (já nem digo horas de acordar…).

 

O Francisco e o Manel podiam perfeitamente integrar um gang de tortura do sono. Só lhes falta apontarem-me lanternas aos olhos, de resto já guincham o suficiente em tons alternados que me impedem de conseguir dormir mais de duas horas seguidas. Se preciso de ir a casa de banho a meio da noite, nem puxo o autoclismo, tal é o medo (sim não são hábitos suíços, é mesmo medo, muito medo!).

 

Meninos, a minha cama é a vossa cama, vale? Fiquem com as almofadas todas, enrosquem-se como quiserem, mas fiquem sossegaditos “pelamordedeus”.

 

Mas qual quê?! O Francisco insiste que eu é que devo ficar a dormir na cama dele. Mesmo assim, quando o consigo convencer a um soninho na minha cama, o Manel fica doido se descobre o mano a dormitar ali tão à mão de semear e faz de tudo para acordar o Francisco. Passa-me por cima, rasteja, e agarra o Francisco como o esquilo da Idade do Gelo com a sua bolota.

 

Cheguei a um ponto que quase me torno agressiva. Juro, não suporto os “amigos” que afirmam ter filhos que dormem a noite toda desde o primeiro mês. As minhas crias têm 4 anos e 18 meses, respectivamente, e não contam para essas felizes estatísticas. Dá para não achincalhar? Dizerem-me uma afronta destas tem requintes de malvadez e o gang da tortura do sono ganha logo mais elementos. Por favor, espetem-me antes faquinhas no peito que eu prefiro!

 

Suporto ouvir alguém dizer que vai de férias para as Maldivas, que comprou uma casa fantástica, mas por favor, não me digam que os vossos lindos filhos dormem a noite toda ok?

Mesmo que durmam, mintam-me com carinho e misericórdia pode ser? Pela minha saúdinha.

 

De qualquer forma, e apesar de não ter ganho a noite, já ganhei o dia. Passei cedo no Hospital com o Manel e a cirurgiã gostou muito de o ver.

Despedimo-nos até para o ano! Até para o ano… que alegria!

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- Mamã, o Manel esteve tantos dias no hospital e afinal a risca ainda veio pior! Vês?

(Risca = cicatriz. Nova cicatriz coincide exactamente com marca da anterior cirurgia)

 

***

- Francisco quem partiu o candeeiro do meu quarto? Está todo partido! Foste tu? – pergunto eu com ar de varina e mãos à cintura, tal e qual personagem de revista do Politeama.

- Mamã eu não fui… mas estou ansioso por ir ver!

 

Pronto, desfiz logo a suspeita quando me apercebi do espontâneo esbugalhar de olhos ansiosos por inspeccionar os cacos.

 

***

- Mamã, pareces uma princesa, daquelas que comem muito.

 

Eu bem me comparava à princesa Fiona… e as crianças não mentem.

 

***

- Mamã gosto tanto de ti que até te deixo dares-me banho!

 

Obrigada meu filho, é uma honra que eu sei que não concedes a qualquer um. Ainda bem que tens uma auto-estima parecida à do Special One.

 

***

Ontem no dentista, foi-lhe explicado que se precisasse de parar, deveria levantar a mão no ar. Francisco por diversas vezes levanta a mão no ar.

- Dói-te alguma coisa?

- Não eu só queria dizer uma coisa….

 

E lá explicou a vida toda à Dentista… que tinha 4 anos, um mano, gostava de angry birds… bla bla bla. Medo de dentistas? Qual quê! Cadeirinha recostada e a oportunidade de ter mais uma ouvinte atenta e às suas ordens, bastando levantar a mão! Já está ansioso pela próxima consulta.

 

***

- Então gostas muito de castanhas Francisco?

- Sim Mamã. Comi 5 na escola.

- Pois pois e sabes que dia é hoje? É dia de São Mar….

- É dia do São Martim Mãe, eu sei!

 

***

- Mamã o Guilherme lá da escola tem um livro muito giro sobre cocós!

A conversa cheirou-me mal e pensei que tinha percebido mal, mas o Francisco prossegue…

- Nós temos o intestino grosso, por onde andam os puns e os cocós. E o intestino fino por onde sai o xixi.

 

Estás mesmo na idade dos xixis e cocós e apreendes tudo o que se diga por referência aos dejectos. Nota muito bom a ciências, apenas com certo cortado pela troca do delgado com o fino. Mas releva-se o lapso.

Vou tentar escrever um livro sobre as regras cá de casa em que as personagens se chamem xixi e cocó. Vais aprender tudo num instante, tenho a certeza.

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Depois de mais de duas semanas de internamento... o corpo é que paga com retenção de líquidos e de chocolates.

 

Com efeito passei a ter uns pernões inchados e uns pés dignos da Princesa Fiona (Shrecka como o Francisco gosta de chamar).

 

Se o Manel amanhã não tiver alta, garanto que até ganho estar cor verdinha e tudo!

 

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