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Halloween

30.10.13



Na véspera do Halloween gosto sempre de abastecer a nossa casa com muitas guloseimas.

Os meninos do condomínio costumam bater de porta em porta (sem o perigo de saírem à rua, ficam ali no nosso ninho protegidos e conhecidos por todos os vizinhos) mascarados, pedindo doces ou travessuras.

Claro que podia criticar esta tradição nova sem raízes no nosso país e louvar antes o "pão por Deus". Mas enfim, rendo-me facilmente a festas!

O meu Francisco adora abrir a porta aos esqueletos, monstros, bruxinhas e tentar adivinhar quem são. Delira ao encher os saquinhos dos amigos com os doces e faz ar solene no procedimento.

Para o ano juro que até corto uma abóbora para dar mais ambiente à nossa porta ansiosa pelos "pedintes".

Este ano, não há cá festas sem ser a da febre que me está a aterrorizar a semana toda... 


Para não deixar completamente de lado memórias antigas, deixo-vos uma música de terror da Ana Faria e Queijinhos Frescos. Quem se lembra deste tesourinho? Ao recordar, até me dei conta que ainda me lembro da letra e tudo! Delírio!


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3 comentários

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De Maria João Cabral a 31.10.2013 às 09:10

Que saudades da Ana Faria, brincar aos clássicos como adorava ouvir.
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De Monica a 07.11.2013 às 22:56

eu tinha o vinil e ouvia vezes e vezes sem conta alternando com a Susy Paula!
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De anabela quintanilha a 11.11.2013 às 16:01

Confesso que ainda hoje gosto de mordiscar os meus queijinhos, a quem outrora chamava de frescos, mas hoje mais parecem de S.Jorge, não por serem redondos, mas porque cresceram muito para além de mim.

Assistimos a cantares ao vivo da Ana Faria com os seus queijinhos, cantarolávamos as suas letras nas viagens, ou à noite para embalar o sono que chegava mais depressa à mãe, de quando em vez abanada por um "mãe, mãe não durmas canta mais".
Arrastadamente lá voltava "o Pedro ainda é pequeno, mas não quer fazer óó, só gosta de andar ao colo, quem o habituou mal foi a avó".
O irmão em defesa acrescentava que não tinha sido, não e carinhosamente pedia a dele.
Tentando manter o mínimo de lucidez trauteava "lá vem o Miguel dos olhos de mel, sempre a cavalgar a galopar o seu corcel...".

Agora nos damos conta de como a Ana Faria viajava e dormia connosco e afinal com tantas outras famílias.

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