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A caminho de Lisboa como nos velhos tempos e... Parar no trânsito!
Quem vive por estes lados está habituado ao trânsito e, em dias de Sol em que não estamos atrasados, este abrandar é contraditoriamente bom.
Gosto de sentir o cheiro da maré vazia na "minha" marginal. Se for obrigada a enfrentar uma fila, então que seja aqui!
Há quem fale nos loucos de Lisboa...mas eu só viveria no centro da cidade se fosse louca. Prefiro ser dos loucos que trabalham e vivem fora de Lisboa e se admiram com as vistas durante um engarrafamento. Eu sou daqui e gosto muito!

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Tenho um bilhete duplo para o concerto da Ana Carolina que terá lugar no dia 4 de Abril, pelas 22.00, no Meo Arena em Lisboa.

 

 

Ora então perguntam-me vocês:

- Mónica linda e generosa como nos poderemos habilitar a ganhar o bilhete duplo para o concerto?

 

Muito fácil! Terão apenas de cumprir os seguintes passos:

 

1.º Passo - Fazer um like na página do Facebook deste respeitoso e espectacular Blog  - aqui

 

2.º Passo - Colocar no vosso mural do Facebook esta imagem, apelando aos vossos amigos que ajudem a Associação APDMF Crescer Ser, sem qualquer custo, através da inserção do NIF da Associação na declaração de IRS. Para quem não se lembra, falei-vos aqui em tempos sobre esta Associação.

 

 

3.º e Último Passo - Enviar até 21.03.2014 um email para monica.teixeiraandre@gmail.com com o vosso primeiro e último nome, colocando no assunto PASSATEMPO BILHETE DUPLO CONCERTO ANA CAROLINA, escrevendo no email uma frase na qual expliquem por que razão deverão ser os vencedores do passatempo.

 

O/A vencedor(a) será divulgado(a) aqui no Blog e na página de Facebook do Blog, no dia 26.03.2014, sendo o bilhete duplo electrónico enviado nessa data para o respectivo email de participação do(a) vencedor(a).

 

Ora então boa sorte! 

 

 

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Aperto dois cintos de seguida e quando me sento no lugar do condutor olho para trás orgulhosa de sairmos juntos de casa nesta manhã de sol. O Manel sorri pelo caminho e o Francisco ansioso diz que se houver algum problema a educadora do Manel pode sempre chamá-lo. Jura-me que "sabe a língua dos bebés" e por isso pode sempre ajudar a explicar o que quer o mano. Assim que entramos todos nos sorriem e eu e o Francisco damos orgulhosos os bons dias. O Francisco mostrou os seus colegas e desenhos. De seguida fomos estrear a sala nova do Manel e finalmente perceber qual seria a sua reacção. As fotografias captaram bem o carinho, os abraços, os cuidados do Francisco e a vontade de descoberta do Manel. Depois das nossas férias será a entrada "oficial" do Manel na escola. Sou uma Mãe orgulhosa! Muito feliz e orgulhosa por esta conquista!

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Este impressionante vídeo corta-nos a respiração e permite-nos experienciar, em apenas 2 minutos, como seria vivermos com as limitações do autismo.

 

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4 anos

11.03.14
Chego à escola e a minha querida sobrinha Inês pula em direcção ao meu pescoço para me dar um abraço e confirmar se hoje é contemplada por uma boleia.

De seguida inspecciona-me da cabeça aos pés e exclama;
- Tens os olhos pintados Tia! Gosto da tua camisa e dos teus sapatos.

Enquanto me certifico com a Educadora se o Francisco se portou bem, sinto os dedinhos da Inês nos meus pés... Confirmando se usava meias e a experimentar o toque do verniz dos sapatos. Disfarço, achando graça aos pormenores desta pequena amostra de género feminino.

No carro a Inês zanga-se com o Francisco e adverte-o com tom sério:
- Pronto, assim já não vou casar contigo! Vou casar só com o meu Pai!

Ao jantar o Francisco confidencia-me que quer casar com a Coleguinha J..
Não satisfeito pelo plano B arquitectado informa-me (como quem me dá um murro no estômago) que a J. é a sua namorada.
Não me contive e repeti em voz alta... Namorada?!
- Sim Mãe, lá na escola mudamos juntos as fraldas dos bebes. E no ginásio fizemos um par no judo.
Ok pensei eu para mim, estás autorizado a mudar fraldas e treinar judo com a J.... E mais nada!!! Mai nada!

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Praxe

10.03.14

Ainda não tinha escrito nada sobre o tema, apesar de nos últimos 4 meses termos sido inundados em força pela onda do assunto.

 

O misterioso caso do Meco tem sido peculiar na divisão da opinião pública que, baseada em notícias que a todo o momento se desfazem ou se recompõe, se apressou em arrumar as posições nas gavetas a favor ou contra a praxe e reclamar medidas legislativas ou regulamentares a tomar com suposta urgência.

 

A praxe em Coimbra, por exemplo, tem códigos precisos e uma tradição de longa data. Em Lisboa o fenómeno da praxe sempre pareceu algo estranho, desenraizado e até enxertado. De qualquer forma, todos os anos são conhecidos por todo o lado abusos e queixas quase sempre silenciadas.

 

Pessoalmente não sou a favor da praxe. Na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa felizmente não se dava importância à praxe. Daqui a largos anos acredito, pelo evoluir da civilização, que a praxe venha finalmente a ser considerada um abuso que em nada abona na integração dos caloiros e da salutar vida académica. Existirão outras formas mais divertidas e civilizadas de convívio. Será uma afronta da liberdade proibir a praxe? Ou será uma afronta não a proibir? A quente nunca se tomam boas decisões, pelo que por ora será importante pensar com calma sobre o assunto.

 

O que me levou a escrever este post nada tem que ver com a minha opinião sobre a praxe em geral. Passados estes meses, fiquei sempre à espera de ver colegas da praxe a chorar pelos que morreram, mas até agora não assisti a lágrimas sentidas de saudade e nem sequer a lágrimas fingidas. Só vejo Pais a chorar.

 

Recordo-me de ver uma entrevista em que duas jovens trajadas discursavam sobre a importância da praxe, do seu traje que orgulhosamente não lavavam e dos sapatos velhos colados a fita adesiva. Uma das jovens tinha até um ar insolente e a outra um ar sonso de quem segue os ditames de uma seita.

Aqui não ponho em causa (até porque não existem provas concretas) se os jovens em causa morreram naquele mar durante uma praxe maquiavelicamente arquitectada por um Dux que todos respeitam e assentem rastejar a seu mando.

O que ponho em causa é a forma como estes jovens defendem rituais de praxe e as tontices de um traje maltrapilho mas contraditoriamente sagrado que teimam em não lavar por supostamente lhes guardar boas memórias e histórias de vida. Também não fico indiferente às declarações de olhos secos de um namorado de uma vítima que friamente continua a dizer maravilhas da praxe e não demonstra emoções de luto de quem perdeu alguém que amou.

 

O desespero dos pais é evidente na tentativa de descoberta da verdade. Seja qual for a verdade (in dubio pro reu) não entendo a falta de cooperação dos colegas desse grupinho de Praxe que não soltam lágrimas mas tão só declarações petulantes como se tratassem de um bando de meninos com capas brincando a super heróis corajosos e destemidos a quem a praxe supostamente faz crescer pêlos no peito.

 

Indigno-me a assistir a esta pretensa solidariedade de silêncios rompidos por declarações insolentes e tão infantis de quem se quer assumir como um grupo respeitador e organizador de praxe. Assustam-me estes jovens cujos pais supostamente pouco ou nada sabiam acerca dos rituais de praxe e do que faziam os seus filhos numa COPA.

 

Assusta-me que perante o sucedido estes capas negras não repensem se um fim de semana de praxe em Dezembro (sem caloiros, apenas preparação de praxe do ano seguinte) seria pertinente e se as práticas (muitas desconhecidas por todos) seriam acertadas e dignificadoras.

 

Não me interessa agora o mar que não será afinal capaz de devolver vidas. Preocupa-me tão só a teimosia e a petulância dos que ouvi gabar praxes do rastejar e da hierarquia de autoridades baseadas em respeitos que se podem ganhar em durezas de praxes superadas.

Isto sim é muito preocupante pois há quem não cresça enquanto pensa que é um duro herói de capa preta, espada de colher de pau e sapatos colados a fita.

 

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Passaporte

10.03.14

Marcámos férias.... Xiiiuuuu não vão as doenças velhacas ouvir-nos.

 

No ano passado tínhamos marcado uns dias de férias em Valência, mas perdemos o avião devido a um internamento inesperado. Custa perder um avião, mas ainda mais quando aquelas férias tinham o significado de fuga para uma vida normal.

Desde o Verão que não gozamos férias e sentimos que não foi só o tempo que passou, foram dias que nos marcaram e envelheceram mais um pouco nas aflições daquela vida de hospital que não escolhemos.

Vamos tentar ir de férias, gozar do Sol e aquela alegria despreocupada dos dias de praia em que os horários e pratos de sopa deixam de ter importância e só temos cuidado em colocar chapéus e protector solar.

 

Não foi, contudo, nada fácil tirar o passaporte do Manel. Ninguém da fila teve respeito e paciência em esperar pela sorte de um bebé olhar quieto para o ângulo certo. Tentamos ignorar os que sopram e batem o pé e os atrevidos que opinam para que se tente fazer assim ou assado. Depois aparece a típica Senhora irrepreensivelmente bem vestida mas despida de boas maneiras. Interrompe para saber se terá prioridade. Interrompe novamente com ar esperto para ter a certeza que sim. Interrompe novamente para que lhe expliquem apenas uma questão na vez que sabe não ser a dela. Manel chora e desistimos.

É apenas o passaporte, mas é tão necessário. Devido a circunstâncias especiais, excepcionalmente permitem que enviemos por email a foto. Mas saímos desolados nem tanto pela falta de cooperação do Manel que tão bem compreendemos, mas amargurados pelo desrespeito dos outros. Já passou, agora já não nos interessa. Interessa-me que as doenças entrem em modo pause e começar a sentir a vontade de riscar os dias até ao nosso voo e de escutar aliviada o som do carimbo no tão desejado passaporte. 

 

Queremos ir de férias. Merecemos ir de férias e dançar e abanar os tumores sem pensar neles. Só queremos sentir que desta vez somos nós que controlamos um pouco as doenças e nos desligamos delas.

Vamos ter fé que desta vez embarcamos e o Sol será nosso.

 

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Quem tem rapazes amantes dos dinossauros assustadores não pode perder a exposição Planeta Dinossauro.

 

Ali encontramos esqueletos, fósseis, ovinhos lindos e réplicas animadas dos dinossauros que se movem e emitem sons para delírio da pequenada.

 

O Francisco andava louco com o ambiente tão real, repetindo vezes sem conta (como quem se quer convencer) que não tinha medo nenhum.

 

Muitos meninos pediam aos pais que lessem as informações e tem graça escutar graúdos e pequenos a soletrar os nomes dos bichos, Pteranodonte, Triceratops, Estegossauro... e as alcunhas que a miudagem inventa na tentativa de os identificar correctamente.

 

No final da exposição o Francisco teve oportunidade, no Atelier de Paleontologia, de pegar num pincel e escavar caixas de areia para procurar ossos de dinossauros. Tanto o Francisco como o Manel (sublinhe-se bem o Manel) pintaram entusiasmados uns desenhos que os encheram de orgulho pelo brinde de um diploma em troca.

 

Até 18 de Maio no Pavilhão de Portugal, fica a dica. 

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Assaltos

07.03.14

Partiram o vidro do carro da minha irmã mais velha e levaram-lhe a carteira = Prejuízos e chatices inesperadas

 

Acendeu-me uma luz do painel do carro. Carro na oficina e a maleita será na bomba do motor que o faz perder potência. Informam-me sobre o orçamento de reparação e sinto-me a ser imediatamente roubada por esticão. Ainda proponho ao Maridão não reparar o carro, afinal de contas apenas se perdia potência no motor e assim até podíamos poupar forçosamente algum gasóleo, mas a proposta não mereceu concordância = Prejuízos superiores aos de um furto de carteira e chatices inesperadas.

 

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Questões de Autoridade

- Mamã quem manda cá em casa é o Jesus porque Ele é que é o mais velho!

 

Jogo de Cintura

Final do dia e de escutar mais de 100 vezes a palavra Mamã, digo em desespero:

- Francisco, vamos fazer um jogo, até eu dizer não podes dizer mais a palavra Mamã.

Em menos de 30 segundos o Francisco responde:

- Mónica podes por favor dar-me o ipad?

 

A minha Mãe é a Super Mulher e eu sou um Graxas

- Mamã tu sabes dizer tantas coisas em inglês. Até sabes como se diz cuspir em inglês. Sabes mais do que a minha professora de inglês.

Nota - A professora de inglês do Kiko é natural do Reino Unido e o verbo cuspir não deverá naturalmente constar do programa.

 

O Macaco das Ciências da Vida (conversas matinais no carro a caminho da Escola)

- Mamã quem é que nasceu primeiro?

- Eu ou o Papá?

- Não Mãe, a primeira pessoa do mundo.

- Foi o Adão.

- Como é que sabes Mãe? Já eras nascida?

- Li num livro filho.

- Como nasceu o Adão Mãe?

Num suspiro decidi optar por um mix biblico com teoria de evolução e respondi:

- Era muito parecido com um macaco o Adão.

- Mamã então eu também já fui macaco?

- Macaco não foste, mas és um filósofo macaco.

 

- Mamã os dinossauros ja não existem sabias? Morreram há muitos anos disse-me a Daniela. Existiam dinossauros quando eu tinha 1 ano? E no tempo da tua Avó Augusta?

 

O Polícia da Moda

Chego à escola ao final da tarde, vestindo um colete de pelo e o Francisco aponta para mim em frente aos amigos e diz:

- Mamã estás o máximo! Pareces mesmo o Pai dos Croods (ver foto infra)

 

 

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O relatório

06.03.14

Ontem li um relatório sobre o desenvolvimento do Manel.

 

Os relatórios são sempre naturalmente objectivos e sintéticos. O relatório refere-se ao Manuel e tinha como finalidade cristalizar àquela data as evoluções e as competências adquiridas e estabelecer novos objectivos.

 

É sempre bom pensar em novos objectivos mas ler a frio os apontamentos de incapacidades, dificuldades, lacunas, fraquezas, falhas de aquisições é como colocar desde logo o dedo na ferida, antes de nos concentrarmos em sará-la.

 

Todos os dias lido naturalmente com esses handicaps e consigo ser feliz. Mas ler tudo resumido num par de folhas encolheu-me o coração a cada saltar de parágrafo. Tudo o que está escrito é a mais pura e crua verdade, que nem desconhecia mas simplesmente não encarava de forma tão objectiva.

 

O Manel tem feito progressos e sem dúvida que o seu desenvolvimento até supera as expectativas de quem analisa a sua ressonância cerebral tão evidenciada de inúmeros tumores.

 

Mas há dias em que o coração se encolhe e quase se cega perante os pequenos milagres. São os dias em que lidamos com os exames que chapam a preto e branco as deficiências, os relatórios que apontam as incapacidades (apesar de no final referir evolução positiva e reforçar a aposta na terapia).

 

Nestes dias apetece abrir a janela e deixar voar os papeis com o vento, como quem quer afastar os problemas e não ter de se importar em ter forças e coragem para lidar com as objectividades mais crueis da vida.

 

Talvez abra a janela, não para fazer voar os papeis mas apenas vaguear ideias. Já me conheço. Hoje sinto-me mais vulnerável, mas estes dias são necessários e ligam-me à terra (e ao céu nas orações), como um respirar fundo antes de mergulhar nos dias que se seguem.

 

Até amanhã!

 

 

 

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Saudades das voltinhas de bicicleta. Dos tempos em que o programa da tarde era simplesmente combinado numa voltinha livre de bicicleta… Sem preocupações e apenas a liberdade de dizermos que íamos só ali (fosse até à praia de Carcavelos, passando os trilhos da Quinta dos Ingleses ou simplesmente “estacionar” as bicicletas na praceta junto a casa da Madrinha para conversar ou inventar jogos).

Lembro-me da rua da amiga onde aprendi a pedalar e de todas as bicicletas que tive. Sentia-me sempre orgulhosa e super especial de cada vez que “herdava” ou recebia uma bicicleta maior.

O Francisco recebeu a primeira bicicleta aos dois anos, quando ainda nem pedalava mas já montava o velocípede com ar triunfante. Depois da fase de aprendizagem, a bicicleta rapidamente se tornou pequena para as suas aventuras e esta semana recebeu uma nova à medida das suas aspirações de menino mais crescido (mas ainda de rodinhas). De peito inchado pedalou a loja toda e aqui na garagem sorria maravilhado pela velocidade alcançada!

Hoje existem tantos jogos novos, mas o prazer de pedalar é exactamente o mesmo, tal qual o LEGO que se constrói da mesma maneira surpreendente e simples. Nesta semana também assistimos ao filme do LEGO no cinema (gelei nos primeiros 3 minutos a julgar que o filme seria apenas lutas desenfreadas a 3 D, mas fiquei depois rendida e identificada pela história) e também recordei as cidades que construía em casa dos meus primos, sempre diferentes e cada vez mais aperfeiçoadas apesar de sempre inventadas nas mesmas peças.

Esta semana foi bom recordar os tempos de menina mascarada entusiasmada pelas festas de barafunda das serpentinas e máscaras, das voltinhas de bicicletas e das casas do LEGO.

As coisas simples da vida não mudam! Resta-me agora simplesmente aguardar que um dia o Manel também seja capaz... já herdou sem saber a sua primeira bicicleta...

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