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Esta semana descobri que a Omnia tem uma linha de brincos e colares com pendentes de andorinhas. Para os dias em que não gostamos de dar tanto ênfase aos acessórios mas nos queremos identificar na simplicidade

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Carnaval!

27.02.14

O Francisco já anda em pré-folia Carnavalesca.

Na Segunda-Feira cheguei a escola e encontrei-o cheio de graça, encarnando descomplexado um Palhaço feliz:

 

Na Terça Feira foi dia de o encontrar com uma faixa na cabeça. Perguntei se era o Rambo ou o Jake o Pirata, mas respondeu-me que era uma Tartaruga Ninja. As crianças têm esta capacidade de brincarem naturalmente ao faz de conta, bastando uma faixa de tecido para se tornarem numa outra personagem. O Francisco até ficou espantado, como era possível eu não ter percebido logo que estava perante uma Tartaruga Ninja. Então não se via logo pela faixa e pelos golpes de luta feitos no ar? Para o Francisco não seria necessário mais nada eu ter de adivinhar.

 

Os fatos para o Carnaval deste ano já foram escolhidos e comprados (estou com aquela sensação de ter tratado das prendas de Natal até 15 de Dezembro, ufa!).  No ano passado o Francisco e o Manel fantasiaram-se de piratas. Agora o Francisco voltou a frisar que teriam de se vestir de igual ou formar algum duo. Felizmente a escolha não recaiu no recorrente Homem Aranha ou Zorro (mais uns aninhos e não escapamos aos célebres heróis) que são espectaculares mas um bocadinho óbvios, não tendo até qualquer graça na idade do Manel que ainda não os interpreta e encarna. 

Na Disney Store o Francisco não teve dúvidas. Os manos vão transformar-se nos monstros assustadores mais queridos de sempre:

 

O Francisco encarnará o monstro verde (Mike) com um fato muito original e o Manel vestirá a pele do monstro azul, Sully (com um fato confortável, parecendo um babygrow peludo, com cauda e um capucho com a face do monstro que facilmente desliza para trás estando ali sempre pronto a colocar na cabeça para assustar alguém).
Os fatos da Disney não são baratos, é verdade, mas têm uma qualidade excepcional e acima de tudo, são originais e muito confortáveis. Nestas idades é importante apostarmos em máscaras e fantasias que não obrigam a pinturas de caras e os deixam à vontade para brincar, rastejar no chão, pular e assim serem os grandes foliões da festa. Para as meninas os fatos de princesas da Disney são lindos e lá encontram o kit completo, tiaras, bolsas e sapatinhos com brilhantes e pedras "preciosas" que em nada desapontam e as deixam ao nível das princesas de verdade. Nessa ocasião, aproveitei para trazer também o filme dos Monstros na Universidade (só tínhamos o primeiro filme da Companhia) e o Francisco todos os dias pede para ver o filme e assim repete as lições e aulas nas quais o Mike aprende técnicas de se tornar assustador. Mas o engraçado é que o Mike é um monstro amoroso, pequenino, e tal como o Francisco tem imensas ideias fantásticas mas não assusta ninguém. Sempre que assiste ao filme faz questão de explicar ao Manel que serão os dois estes monstros no Carnaval.
Os fatos de Carnaval lá em casa são encarados como um investimento. No dia de Carnaval serão orgulhosamente estreados, mas depois do Entrudo poderão ter uso nas brincadeiras de casa e até na escola. Sim, as Quintas Feiras na escola são oficialmente o dia do brinquedo de casa, no qual a escolha pode recair sobre um brinquedo mas também sobre uma fantasia, motivando a imaginação dos pequenos no faz de conta.
O Carnaval será isto mesmo, uma festa do faz de conta em que a todos é permitido ser um monstro, princesa ou herói, desde que se viva o dia em folia.
Eu não me vou mascarar, mas entretanto experimentei esta semana uma aula de zumba (mistura de aeróbica com danças latinas) e suei sem esforço toda entretida nas coreografias, descobrindo que afinal existe Zumba para lá da caneca da Tonicha. Nesta minha vidinha simples,  ir a uma aula de Zumba foi como fechar os olhos e voltar ao Brasil em viagem de finalistas.... sendo que olhei para a frente e encontrei três velhotes felizes a abanar a anca em calções de lycra (pareciam possuídos, como se estivessem numa folia de festa em Cruzeiro). Uma alegria de aula cheia de ritmo e sorrisos. Vou ponderar seriamente sugerir ao Ginásio que apostem numa aromaterapia simultânea do estúdio, com cheiro a caipirinha no ar! Já descobri como ter um Carnaval todas as semanas.

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Cuerdas

26.02.14

A curtametragem "Cuerdas" não deixa ninguém indiferente e já se tornou num filme viral pela internet (apesar dos apelos para que se respeitem os direitos de autor cuja venda reverteriam para aquisição de cadeira de rodas do filho do produtor).

 

Em 10 pequenos minutos chorei, ri e ainda não esqueci a emoção de assistir a esta história de amor tão simples e pura.

 

A poucos dias da estreia do Manel na escola fiquei completamente rendida à personagem da pequena Maria, esperando que o Manel seja acolhido por Colegas que se atrevam a interagir com ele, brincando, fantasiando sem se importarem por ele ter dificuldades em compreender o que lhe dizemos, ter falta equlíbrio e só saber dizer "Mamã", "Papá" e "Olá".

 

O Manel muitas vezes morde (certo é que muitas crianças nesta idade também mordem) mas o Francisco e as primas Maria e Inês perdoam sempre esses beijos ingratos dados com dentes.

 

O Manel não sabe dizer o nome do mano e das primas, mas solta gargalhadas e chama a sua atenção com os seus guinchos alegres.

 

O Manel mal consegue andar e não corre, mas o Francisco corre até ele e muitas vezes fazemos corridas no carrinho ou com o Manel no meu colo (virado para a frente para não perder pitada da emoção de vislumbrar a corrida acelerada do Francisco em fuga por nós perseguida).

 

O Manel não come sozinho, mas a Inês e o Francisco adoram dar-lhe de comer, fingindo que é filho deles. O Francisco gosta de dar migalhinhas de bolachas ao Manel como se este fosse o seu pintainho.

 

O Manel não canta, mas bate palminhas quando ouve música e mexe as mãos na musica Di-gui-di sorrindo para os que o assistem.

 

O Manel não sabe dizer gosto de ti, mas sabe dar abraços fortes.

 

O Manel não sabe dizer adeus, mas acena quando nos escuta dizer adeus.

 

O Manel não consegue fazer muita coisa, mas é capaz de amar e ser feliz.

 

Nesta véspera de inicar a escola, a história de Cuerdas, apesar de triste, veio dar-me esperança. São certos no futuro os muitos olhares estranhos e comentários desagradáveis de que será alvo o Manel (principalmente quando alguns meninos crescem e acham que para serem fortes têm de ser maus e intolerantes), mas bastará apenas uma "Maria" para fazer a diferença na indiferença, protegendo-o e ajudando-o a ser feliz.

 

Desejo que este filme seja visto por muitos meninos e professores, emocionando-os na sua lição simples e pura de amor e integração. 

 

 

 

 

 

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No fim de semana passado aproveitámos as tréguas da chuva para visitarmos o Palácio Nacional de Queluz.

 

A cerca de 15 minutos de casa encontrámos um Palácio praticamente vazio de visitantes, o que nos permitiu desfrutar do passeio como se tudo estivesse à nossa única disposição.

 

O Francisco (e nós também, confesso) encantou-se com os lustres no tecto, maravilhado com a grandeza e imponência das decorações. Passados 5 minutos de entrarmos já me deliciava com o cheiro da cera que envernizava os soalhos e me faz sempre associar esse perfume ao da história dos palácios e museus antigos.

Tudo foi motivo de perguntas e de exclamações, desde as caminhas e berços dos príncipes e princesas, às loiças e porcelanas, coches e talhas douradas. Depois de tantas histórias contadas sobre príncipes e princesas, o Francisco nem queria acreditar que estava mesmo a admirar um Palácio de verdade... repetindo tantas vezes, se eram mesmo ali que comiam, dormiam ou brincavam. 

Sem dúvida que as caminhas e berços foram as suas predilecções (logo inventando qual seria a sua cama, a do Manel e a das primas).

 

Ao almoço fomos tratados como príncipes no restaurante Cozinha Velha, instalado nas antigas cozinhas do Palácio e que integra a Pousada de Queluz - D.ª Maria I (Pousadas de Portugal). Assim foi possível não quebramos o ambiente e o Francisco até ficou convencido que a sua sopa teria sido confeccionada numa das grandes panelas de cobre ali expostas.

 

Da parte da tarde digerimos o almoço pelos jardins. Depois de 15 dias fechado em casa com gripe, o Francisco teve oportunidade de correr por todo o lado, de fonte em fonte, estátua em estátua, labirinto em labirinto, sempre perseguido pelos risos do Manel. Qualquer dia regressamos para assistir a exibição de falcoaria.

 

Para quem tem filhos pequenos que deliram com as histórias de principes e princesas, aqui fica uma sugestão de passeio em família, tão perto de casa.

 

 

 

 

 

 

 

Fiquei a namorar esta peça para pôr cupcakes lá em casa...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O Manelocas infelizmente ficou em casa, resguardado em rescaldo da gripe, entre mimos rendidos do Papá e da Mamã.

 

O Francisco confirmou uma vez mais ser um maluco por festas (é sempre aquele que pula sem parar e o mais transpirado de todos, apesar de já saltar de t-shirt entre os agasalhados). Ás vezes ponho-me a imaginá-lo, se assim continuar com este espírito, com mais 15 anos no pêlo e um ar festivaleiro.

 

Na festa da Inês (linda, organizada e preparada pela mão da minha Super Mana mais velha) não faltaram os meus prometidos cupcakes de chocolate.

 

 

 

 

Como sou amiga, deixo-vos aqui a receita:

 

Cupcakes de chocolate com cobertura de brigadeiro:

  • 2 ovos
  • 1 chávena de açúcar
  • 1 chávena de farinha extra fina com fermento (tipo Branca de Neve pacote encarnado)
  • 1 chávena de chocolate em pó (podem usar nesquick)
  • 1 chávena mal cheia de azeite ou óleo
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 chávena de água quente

Batem-se os ovos com o açúcar até a massa esbranquiçar um pouco e formar bolhas. Junta-se depois o chocolate e de seguida a farinha, batendo sempre a massa. Depois de envolvida a farinha junta-se o óleo, o fermento e por fim a água quente, até estar tudo bem batido.

 

Coloca-se a massa nas forminhas de papel (atenção para não encher muito, tenham por referência encher a menos de metade) que vão ao forno esperto (adoro esta expressão que lia nos livros de receitas da minha avó = forno esperto = + ou - 190 graus) durante 15 minutos.

 

Para a cobertura:

  • 1 lata de leite condensado
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 5 colheres de sopa de chocolate em pó (mais uma vez vos digo que nesquick resulta lindamente)

 

Levar tudo ao lume muito brando e mexer sempre até a colher fazer ponto estrada (quando passamos a colher no fundo e a mesma já deixa uma espécie de estrada atrás).

 

Quando os cupcakes estiverem frios podem barrar o creme de brigadeiro (nutella para quem tiver preguiça pode ser uma opção igualmente gulosa e eficaz).

 

Por fim podem salpicar com granulados de chocolate e colocar decorações de pasta de açúcar. Nas lojas de bolos encontram cortadores de flores, corações, estrelas, coroas... é só estender a pasta com um rolo e cortar. Se o meu Francisco consegue, qualquer um consegue! É super fácil e entretém os pequeninos nesta participação dos preparativos da festa.

 

Para quem mora em Lisboa, pode encontrar produtos para bolos e workshops na  loja Isto Faz-se em Benfica, ou na loja My Cake de Telheiras e Centro Comercial Allegro. Na zona de Cascais recomendo a Docinho de Açucar.

 

 

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Lembram-se de vos falar aqui do meu projecto de fazer um bolo castelo para a minha querida sobrinha Inês?
Hoje é dia de Festa e a Inês adorou o seu bolo preparado por mim e pela mana Maria. O entusiamo foi tanto ao ver o bolo que se apressou logo a colocar as figurinhas da Disney por cima. Até o Francisco deu uma mãozinha a preparar e a colar as flores no bolo. Sempre que uma flor não ficava a seu gosto dizia-me: - Esta não ficou bem Mãe, tenho de a comer!
Mais logo poderemos comprovar se o bolo de chocolate com recheio de brigadeiro e cobertura de Nutella ficou mesmo delicioso. Amanhã é dia de fazer cupcakes para a festa dos colegas da escola.
Aqui fica o doce resultado:

 

 

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- Mãe como é que chegamos ao céu? De avião ou quando explode um vulcão?

 

- As nuvens do céu devem ser tão fofinhas. Estou ansioso para ir para o céu e ver o Jesus - Tudo dito de forma tranquila enquanto o visto após o banho. A referência é feita como quem quer uma batata frita ou ir ali aos baloiços.

 

- Mãe tu és minha e não podes ir para o céu. Adoro as tuas maminhas. - A minha expressão gela com a primeira frase. Mas logo fico mais concentrada na palavra maminhas. Apresso-me a dizer que não pode gostar de maminhas. Mas depois penso melhor e rectifico que pode gostar de maminhas, mas não das da Mãe. E como já estou completamente zonza garanto-lhe que só vou para o céu quando for muito velhota e ordeno-lhe que vá depressa arrumar o quarto.

 

- Mãe quando fores para o céu não te preocupes que eu fico a tomar conta do Manel - Só consegui responder obrigada Francisco, completamente comovida. No segundo a seguir já o rapaz falava do Jack e dos Piratas enquanto eu continuava embevecida com a garantia de protecção do Manel pelo Francisco.

 

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Manel com febre e tosse. E assalta-me uma angústia que me vai deixar vigilante o resto da noite.
Esforço-me por tentar encarar o termómetro com optimismo.
Em menos de 5 minutos já estou medricas a imaginar os sons da sala de aerossóis do hospital.
Calma.
Medo.
Calma.
Hoje oscilo neste binário até que a manhã concretize ou desdramatize a maleita.
O coração de Mãe aperta-se nestes cuidados dobrados e na preocupação disfarçada para lhe transmitir a calma desejada.
Nestas noites as Mães sentem-se ainda mais protectoras das crias. Todas reconhecemos e sabemos de cor esta dança das temperaturas que nos coloca o coração apressado em vai e vem de passa ou não passa... E enquanto não passa não desassossega.

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«O que espanta num gato é a maneira como combina a neurose, a desconfiança e o medo - para não falar numa ausência total de sentido de humor - com o talento para procurar e apreciar o conforto e, sobretudo, a capacidade para dormir 20 em cada 24 horas, sem a ajuda de benzodiazepinas.
O gato é neurótico mas brinca. (…) Mas, acima de tudo, descobriu o sistema binário da existência.
Que é: dormir faz fome. Comer faz sono. Acordo porque tenho fome.
Adormeço porque comi. Nos intervalos, faço as necessidades.»

Como é Linda a Puta da Vida de Miguel Esteves Cardoso

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Nesta tarde de Segunda-Feira chuvosa, sou surpreendida com um email da escola do Francisco que logo ganha máxima prioridade entre todos os demais assuntos de trabalho entre mãos.

 

A mensagem nada dizia sobre a próxima mensalidade a pagar, visitas de estudo ou doenças, apenas continha a seguinte surpresa:

 

Boa Tarde mãe,

 

o Francisco fez umas estrelas em elásticos para a mãe e pediu-me para tirar umas fotos e enviar-lhe. 

 

 

De repente sinto um orgulho a inchar-me o peito (efeito rola), por várias razões:
1.º - O meu filho lembrou-se de mim na escola e quis fazer um presente para mim! (sim para a Mãezinha do seu coração e não para namoradinhas, o que é de louvar e de aproveitar enquanto dura)
2.º - O Francisco consegue convencer alguém da escola a tirar-lhe as fotos e a enviar-me a surpresa por email (vai longe em técnicas de persuasão, sai à Mãezinha pois claro!)
3.º - Confirmo uma vez mais que o Francisco está numa escola fantástica e ali se sente feliz (apesar de adorar ficar de "molho" em casa durante as gazetas de doenças).
4.º - Apesar de não ser expectável que o Francisco venha a ser muito alto (sai à Mãezinha, conforme referido supra), será um sedutor nato (Bolas!!)
E assim do nada uma tarde vulgar torna-se simplesmente especial. Ando piegas e de facto não é preciso muito para me sentir super feliz!

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Olhó Sol!!!

15.02.14
Finalmente hoje é dia de tirar o pó aos óculos escuros!

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Lazy kiko

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Ingredientes:

  • 6 Pêras
  • 7 dl de vinho tinto (do bom, prometem?)
  • 1 cálice generoso de vinho do porto
  • raspa de limão
  • 1 tangerina (aproveitamos o sumo e a raspa da casca)
  • 2 colheres de chá de compota de laranja amarga
  • 1 pau de canela
  • 5 colheres de sopa de açucar amarelo

 

Ponham todos os ingredientes ao lume (à excepção das pêras) numa panela suficientemente grande para alojar depois as 6 pêras e mexam com carinho para saborearem os aromas que se vão soltando.

 

Pouco antes de a calda levantar fervura, coloquem então as pêras gentilmente descascadas.

 

A partir daqui podemos contar 15 minutos ou 30 minutos (depende se as pêras estão muito verdes ou já quase maduras).

 

De vez em vez rolem as pêras para que "tomem um banho de imersão" uniforme e ganhem cor por toda a superfície.

 

Quando sentirem as pêras já macias retirem-nas do lume e reserve. Deixem apurar a calda numa redução que no final deverá regar as pêras.

 

Espero que gostem. Se gostarem partilhem comigo, prometem?

 

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