Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Modo de Espera

31.10.13

Não é fácil quando não acontece o bom que queremos e quando queremos.

Impomo-nos sempre a sonhos, desejos, metas, o que é positivo e nos dá motivação para não ficarmos inertes e sem sentido.

Até lá, suspiramos.

Quando sabemos o que podemos ou queremos fazer, sentimo-nos orientados, motivados e no final realizados com o alcance que é tão nosso e compensador.

Mas é tão difícil quando esperamos algo que não depende de nós e não temos sequer qualquer perspectiva de prazo. Aí não podemos batalhar por isso, mas apenas esperar e confiar que o queremos é justo, bom e por isso deverá acontecer.

Todos nós em momentos de espera nos comportamos à razão da delonga estimada. Num voo de 3 horas, suportamos bem a primeira metade de hora e meia. Mas se o voo for de longo curso, já só nos inquietamos e maçamos após as primeiras 4 ou 6 horas. Tudo depende da nossa mentalização para o que vamos, dentro dos prazos previstos.

Sem saber origem, destino e duração da febre, suspiro, espero e rezo, desespero. Depois quando parece que já estou no controlo da espera tentando desvalorizar a febre, esta surge do nada e eu volto ao suspiro de quem quer ter esperança.

 

Assim que a febre te larga, vejo-te sorrir Manel.  Tens essa capacidade de apenas viver o momento sem tal noção da espera ou meta.

Enquanto dormes e não me posso alimentar desse sorriso, olho-te. Tantas vezes, se essa observação atenta não me chega, então a minha mão pede o sossego da tua para me guiar na espera.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Maridão teve julgamento no Funchal e trouxe-me de presente duas iguarias que eu amo de coração:
Bolo de mel e brisa de maracujá!

Ontem empatei a prova de junk food com Cunhado.

Espero que hoje o excesso de confiança não me traia! Mas preciso de me confortar da bruxa da febre.

Bolo de mel ao ataque! Sem travessuras para o estômago nem bailinhos da Madeira para a casa de banho prometes?

Autoria e outros dados (tags, etc)



A febre desanima-me mas este sorriso compensa tudo!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Mega pic nic

30.10.13
Hoje não jantei no refeitório do hospital!

A mana mais velha e o meu cunhado organizaram-me um mega pic nic com tudo a que eu tenho direito:
Batata da boa
Hambúrguer
Sunday de Caramelo
Coca cola zero (não sei porque insisto no zero quando abuso no resto sem piedade).

Só faltou o Tony Carreira para este momento igualar em emoção os do Continente no Terreiro do Paço.



Soube-me pela vida a comidinha de conforto e a companhia.

Ps - já avisei a Sra. enfermeira que poderei necessitar de uma derivação do soro do Manel para mim em caso de urgência. Também lhe pedi para me procurar no chão da casa de banho caso eu toque a campainha e não me encontre entretanto junto ao Manel. Espero que o meu Cunhado não me dê 0-1 como no jantar do indiano. Digo 0-1 porque jantar aqui no hospital é já como se eu jogasse em casa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Halloween

30.10.13



Na véspera do Halloween gosto sempre de abastecer a nossa casa com muitas guloseimas.

Os meninos do condomínio costumam bater de porta em porta (sem o perigo de saírem à rua, ficam ali no nosso ninho protegidos e conhecidos por todos os vizinhos) mascarados, pedindo doces ou travessuras.

Claro que podia criticar esta tradição nova sem raízes no nosso país e louvar antes o "pão por Deus". Mas enfim, rendo-me facilmente a festas!

O meu Francisco adora abrir a porta aos esqueletos, monstros, bruxinhas e tentar adivinhar quem são. Delira ao encher os saquinhos dos amigos com os doces e faz ar solene no procedimento.

Para o ano juro que até corto uma abóbora para dar mais ambiente à nossa porta ansiosa pelos "pedintes".

Este ano, não há cá festas sem ser a da febre que me está a aterrorizar a semana toda... 


Para não deixar completamente de lado memórias antigas, deixo-vos uma música de terror da Ana Faria e Queijinhos Frescos. Quem se lembra deste tesourinho? Ao recordar, até me dei conta que ainda me lembro da letra e tudo! Delírio!


Autoria e outros dados (tags, etc)

Ontem à noite consegui finalmente soltar a primeira lágrima que concentrou as emoções destes dias. Talvez fosse mais terapêutico ter chorado um bocadinho a cada dia, mas não ando de lágrima fácil. Aconteceu num abraço de despedida à mana que viajaria nessa noite para o outro continente mais a Sul, num agradecimento tão grande por este voo voluntário que demonstra que as aves migratórias sabem voltar a casa na época certa. Foi muito bom quebrar a espera até ao Natal para a ter aqui neste entretanto a dar-me colo a mim e ao Manel.

 

Entretanto, o dia de hoje (o que tinha apostado ser o dia do take off da febre) afinal não foi fácil, somando mais alguma temperatura em pico e outras complicações.

A forma como encaro o hoje é um olhar para uma carta mais do internamento que nunca se vê só mas como resulta e combina com as outras. Estou sempre à espera de um trunfo, do virar do jogo, mas ainda nada. Pode ser que amanhã, talvez.

 

Ontem e anteontem também esperava pelo amanhã e surgiu sempre alguma complicação.

 

Sinceramente ajudava se eu tivesse mais fé e a capacidade de entregar a Deus o que fosse do amanhã, sem me preocupar. Mas não vos minto. Não tenho essa capacidade.

 

Rezo, depois zango-me, volto a rezar. Pareço uma garotinha que puxa as saias da Mãe a pedinchar, a pedinchar e se não sou logo atendida faço birra desta fé pequena.

Quando estou ansiosa com a febre até penso, ontem andei eu a rezar o terço para isto?! Eu nunca rezava antes, mas por motivação do Padre António, ousei fazê-lo caindo no ridículo de usar a internet do telemóvel de noite no Hospital, para verificar a ordem e quantidade de Pai Nossos e Avé Marias (decidindo que nesta primeira fase não faria meditação dos mistérios, até ganhar calo para avançar para a oração completa). E à primeira subida de temperatura revolto-me e acho que tudo isto já é demais para eu aguentar assistir e resistir. Decidi parar com os meus terços improvisados no Domingo.

 

Hoje, depois do jantar no refeitório do Hospital, seguia pelo corredor desanimada… a pensar no que foi e no que eu não sei e virá.

 

Posso parar os terços e orações, mas pouco depois descubro-me desanimada, sem alívio dessa ruptura. E olho para a cruz ao fundo do corredor, sabendo que é a porta da Capela. Neste internamento ainda não tinha ali entrado. Pensei num impulso, não vou perder tempo… não adianta. Mas a fé pequena ainda assim pôs-me lá dentro. Ninguém a rezar e eu senti-me confortável naquele cubículo menos frio que o resto do Hospital, vazio de gente como se de propósito, para que eu não me sentisse envergonhada da pouca fé que até ali me moveu.

 

Nem sei porquê mas fui directa à Bíblia aberta com leitura do dia e li o seguinte da Carta de Romanos:

Irmãos: Estou convencido de que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós.
(…)
De facto, foi na esperança que fomos salvos. Ora uma esperança naquilo que se vê não é esperança. Quem é que vai esperar aquilo que já está a ver?
Mas, se é o que não vemos que esperamos, então é com paciência que o temos de aguardar.

 

Leio esta Carta e arrepio-me… parecia ali aberta de propósito para mim, para me ensinar em poucas linhas, o que é a esperança e a paciência, sem condenação pelos meus desligamentos.

 

Hoje volto à oração, mesmo que não saiba se é já amanhã o dia em que tudo melhora.

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)



Já estamos a sair do Hospital de Santa Cruz com cateter novinho em folha!

Francisquinho filho de certeza que terias adorado esta voltinha de tinoni.

Agora com cateter novo e antibióticos.... Febre desampara a loja ok?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Febres

28.10.13

Não gosto de febres. Sejam as febres de simples viroses do Francisco ou as febres do pós-operatório do Manel.

A febre acende-me, consoante a temperatura, a luz amarela ou encarnada do meu semáforo de preocupações maternais.

Francisco pode espirrar que está tudo bem, mas se espirra com febre então passa a estar tudo mal. E infelizmente, sou daquelas Mães que se apetrecha com um termómetro de qualidade igual à do hospital para medir a maldita em casa com a maior precisão (chegando às vezes ao cúmulo de medições de 5 em 5 minutos quando a febre paira acima dos 38). Não consigo nem esperar a meia hora de praxe após o remédio para voltar a medir. Ando ali, não em relatório mas em relato de febre ao minuto.

 

Com o Manel então, a febre é sempre um sinal encarnado de emergência e de perigo de convulsões.

Na madrugada em que mudou a hora, eram três da manhã e dei conta que o Manel não estava bem. Pedi a enfermeira para lhe medir a febre. 39,2! O Manel nunca tinha atingido tal pico!

Numa primeira fase, receei as convulsões. Felizmente nada a registar e febre cede ao ben-u-ron.

A febre podia baixar mas eu tinha de descobrir a origem para garantir que a velhaca não o atacava mais e se entretém noutra freguesia que não a nossa. Acendi a luz e pus-me à procura de sinais da maldita, rastos, até que encontro a perna do Manel (junto ao cateter central) muito inchada, quente e rija. Algo não está bem e chamo novamente a enfermeira que confirma o quadro. Junta-se a nós a Médica que ordena a suspensão de utilização do cateter até serem tomadas novas decisões. Na manhã de Domingo assisto à retirada a sangue frio do cateter central. Depois seguem-se picadas para análises e mais quatro tentativas até ser colocado um cateter periférico temporário. Manel sofre a picada a picada e apertos na pele e eu, como Mãe, no coração ainda com mais noção que a dele.

 

Ainda assim, e apesar do cateter infectado já estar fora de jogo, a febre voltou de mansinho à tarde e à noite. Não gosto nada da mistura diabólica da febre e da noite, inquieta-me ainda mais. Não sei explicar este fenómeno,  mas a mesma temperatura medida à luz do dia parece-me sempre mais baixa ou menos grave do que quando medida de noite.

 

Manel deverá regressar entretanto ao bloco para lhe ser colocado novo cateter central que resista aos antibióticos dos próximos 10 dias (o que implica extensão de prazo de internamento e engord do meu plano de chocolates).

Aguardo e vigio a febre até lá, confiando que estas mudanças de antibióticos e plano de troca de cateter sejam eficazes para a melhoria do Manel.

 

 

Apesar de tudo, Manel sorri e o cenário podia ser ainda pior. Juro que quando suspeitei que a infecção podia estar ali no cateter, mesmo à minha frente, até tive vontade de o arrancar com os dentes. A espera consome-me muito e quem dorme pouco não tem muitas reservas de paciência.

 

De qualquer forma, e apesar de não poder fazer nada, sem ser o de assistir em primeira fila a tudo isto, tenho um papel importante a cada picada. Não seguro em garrotes nem seringas, mas canto-lhe baixinho. Dou-lhe gotinhas de sacarose e beijinhos como rebuçados para a dor. Não o posso privar a nada disto, mas estou ali a dar-lhe a coragem em forma de sorrisos (um bocadinho dissimulados nestas alturas, mas esforçados). Sei que os beijinhos e canções não o anestesiam da dor, mas têm algum efeito atenuador, confirmado numa devolução de sorriso sincero após pouco tempo de recuperação.

 

O que eu aprendo e me surpreendo com a coragem e o sorriso do Manel!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

Hoje fico de sentinela da malvada febre! Também me custa adormecer no cadeirão cheia de dores de garganta!
Andei eu a fazer dieta a semana toda para ter refluxo gástrico e ganhar duas aftas na garganta?!
Ai se é assim, amanhã volto aos chocolates! Juro! Um por noite para me compensar até à alta! Tenho dito!
Se é para ter refluxo e aftas, ao menos que tenha o proveito! Até estou em crer que diminuo índices de ansiedade responsáveis pelo refluxo e encontro o meu reequilibro interior, apesar do inevitável ganho de peso.

O plano está traçado e a alimentação será variada.
Andei a ver as montras no hospital (as vitrines das máquinas de venda de bebidas e comidas) e encontrei uma fila inteira da máquina a aguardar a minha ordem de compra.
Domingo - bounty
Segunda - maltesers
Terça - snickers
Quarta - chocolate Kinder
Quinta - salame de chocolate
E se ficarmos mais dias, não desespero e continuo alegremente a assaltar a máquina como se fosse a barraquinha dos tiros das feiras populares.



Até lá resta-me dedicar esta música às aftas:
Brilha brilha lá no céu (da boca) a aftazinha que nasceu!
Logo outra brilha ao lado! Fica o céu todo infectado!
Dói dói dói dói dói dó!
Dói dói dói dói dói dó!

Ps - Manel está sem febre :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

O quadro do Manel mantém-se num intercalar de febres e sorrisos. Não há motivos para pensar o pior mas temos de vigiar esta febre que o teima aquecer contra a minha vontade.
De tarde tomei coragem para ir em estado zombie até ao Francisco. Precisava de começar a cortar da lista alguns dos picos que enumerei no anterior post. O Francisco era uma prioridade pois já não o via desde Quarta Feira.
Custou-me habituar os olhos à luz da rua, mas a recompensa de rir e brincar com o Francisco deu-me aquele ânimo extra que eu precisava. Foi pura transfusão de energia!
- Mamã empurra o baloiço até ao Sol! És a melhor Mamã que eu já tive! (É tão fácil ser a melhor numa lista de 1).


Mudará a hora e eu espero a antecipação das melhoras do Manel e a inversão dos outros picos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

A tentar conviver com
o pico de febre que assaltou o Manel esta noite,
o rebuliço do serviço de observação da urgência onde nos misturamos agora com meninos em pit stop de curas simples (às vezes apetece-me responder às outras mães tão aflitas que só tens um galito na cabeça pois até parece mal estarmos aqui)
a ansiedade de saber o resultado das análises para ter certeza que o teu sorriso se manterá,
a impossibilidade de realizar hoje tac por estar em manutenção e a falta de manutenção da minha paciência para isso,
o Maridão na urgência da Cuf,
a saudade de abraçar o Francisco no meu colo e sentir aquela alegria que me permite fingir e quase acreditar para mim que está tudo bem,
a falta de horas de sono que já me fazem adormecer de pé encostada a caminha de grades do Manel e parecer uma mulher das cavernas quando envolta na manta tigress que a minha maezinha me trouxe,
o jejum de chocolates e o moderado abuso de café em rescaldo do indiano.

Há dias assim, de esperas em que mais parece estar à prova. Se passar ilesa ficarei mais forte, mas por agora fraca.
Amanhã pode ser que seja o dia de inverter o mau com o bom ou perceber que afinal os picos nem eram tão grandes e só assim pareciam a olhos ensonados e gastos de um mau passado.
Até lá vou crescendo à força.
Não, não caio enquanto te vir a sorrir e isso não perdemos!
Valha-me o teu sorriso para me pôr de pé a sorrir para ti.

Autoria e outros dados (tags, etc)



Muitas vezes quando a minha irmã mais velha quer ter certeza do estado do Manel pergunta-me se ele já sorriu.
Assim comunicamos certezas de estados sem recorrer a monitores de gráficos nem a resultados de análises. É simples, confiamos no teste clínico do sorriso.
Esta noite andava ansiosa para te saber bem Manel e deixaste-me no céu quando começaste a palrar e a entoar o teu olá. De repente, rasgas-me um sorriso e tentas gatinhar!
Credo Manel, acalma-te não é preciso tanto!
As crianças têm esta capacidade de recuperação notável! Nenhum de nós ousaria por enquanto tirar a sua cabeça de agrafos do travesseiro.
Mas tu tens a força da inocência e já me arrancaste um sorriso (muitos)!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Vigília

24.10.13


No final da longa espera em que nas últimas horas já não consigo descolar os olhos do relógio para ter a certeza que o tempo avança, ouvi finalmente a porta do bloco abrir e esbugalhei olhos e ouvidos às boas notícias sobre o que eu não vi lá dentro. Mas as boas notícias não chegam para o meu sossego, quero ver-te.
Sais pálido como um boneco de cera mas sereno e tão lindo. Já não sou capaz de parar de te olhar para adivinhar sinais. Se consegues mexer um braço ou perna, se tens forças, dores.
Agitas-te e eu contigo. Respiramos os dois mas isso só não basta.
Quando abres os olhos tento que me procures e falo-te baixinho para me encontrares nesse reconhecimento. Ainda estás zonzo como eu. Tenho que te dar tempo.
Passado um instante dou-te um pouco de chá pela seringa e bebes como um pintainho sedento.
Aguardamos.
Depois passamos ao teu leitinho e tu surpreendes-me com a tua força segurando o biberon como se tivesses o mundo entre mãos! Fazes-me sorrir tanto!
Mas depois vem a agonia e vomitas e eu tento estar firme que são complicações normais (repetindo cem vezes para mim que é normal para interiorizar isso).
Agora espero-te novamente e ficarei aqui sempre ao teu lado para te amparar.
Tento esquecer os pensamentos sobre as tantas desaventuras da anterior cirurgia mas não consigo viver sem essa sombra de medo. Preferia não ter esse passado presente para agora ser capaz de festejar tão só que te devolveram vivo.
Preciso rezar para pedir mais fé. Pedir que eu seja capaz de entregar a Maria este sofrimento.
Fecho os olhos e lembro-me do que li em Fátima:

Autoria e outros dados (tags, etc)



Ansiosa para te reencontrar, ver-te respirar e dar-te a mão.

Autoria e outros dados (tags, etc)



Percam por favor um pouquinho do vosso tempo a pensar nisto e a ajudar os meninos doentes:

Muitas crianças internadas aqui no Hospital, para além da falta de saúde, têm também falta de uma mãe ou pai ao lado a dar-lhes carinho.
Assistir à valentia com que superam essa falta de mimo faz-me vir aqui pedir-vos um favor.

A menina E. tem 9 anos e brinca nestes corredores sem ter um pijama de menina.
Por favor quem puder comprar pijamas cor de rosa para oferecer a esta princesa (ou tiver em casa pijamas em BOM ESTADO) queira entregá-los aqui no serviço de pediatria. A E. agradece e de certeza que se vai sentir bem melhor com esse remédio para o seu sorriso, tão fácil de prescrever.
Para além do caso concreto da E., verifica-se uma falta geral no serviço de bodies e pijamas a partir dos 12 meses e até aos 14 anos.
Também poderão contribuir, se preferirem, com jogos ou brinquedos para a sala de actividades (desde que em estado impecável porque estas crianças merecem o mesmo mimo que os nossos filhos).

Muito obrigada

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pág. 1/3



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D